Um chuveiro elétrico tem potência de 6000 W e se encontra ligado a uma rede elétrica de 120 V. Desse modo, a resistência nesse chuveiro é de:
- A)0,3 Ω
Errada, porque 0,3 Ω seria resistência muito menor do que a calculada a partir de 120 V e 6000 W.
- B)0,6 Ω
Errada, pois 0,6 Ω não resulta da fórmula R = V²/P aplicada aos dados do enunciado.
- C)0,9 Ω
Errada, já que 0,9 Ω ainda está abaixo do valor obtido pela relação entre tensão e potência.
- D)1,2 Ω
Errada, porque 1,2 Ω não corresponde ao cálculo correto da resistência do chuveiro.
- E)2,4 Ω
Certa, pois pela fórmula R = V²/P temos R = 120²/6000 = 2,4 Ω.
Gabarito: E
Quando voce ve potência, tensão e resistência na mesma questão, pense logo na Lei de Ohm e na fórmula da potência elétrica. Para um aparelho resistivo, vale P = V²/R, ou, se preferir, R = V²/P. Aqui o chuveiro é tratado como resistor quase puro, que é exatamente o tipo de situação que costuma aparecer em prova. Substituindo os valores do enunciado: R = 120² / 6000 = 14400 / 6000 = 2,4 ohms. Simples assim: quanto maior a tensão, maior tende a ser a potência para uma mesma resistência, e quanto maior a potência, menor será a resistência se a tensão for mantida. É a matemática fazendo o chuveiro “aquecer de verdade”. O gabarito é a letra E porque a resistência calculada é 2,4 Ω. Em questões desse tipo, a banca normalmente quer que voce identifique a relação correta entre grandezas elétricas, sem misturar corrente com potência nem inverter a fórmula. Em termos doutrinários e de física básica, isso vem diretamente das relações de circuito resistivo em corrente contínua ou em análise simplificada de cargas resistivas em corrente alternada. Não há “pegadinha jurídica” aqui, só aplicação reta da fórmula.