Quando o professor de Educação Física observa que um aluno apresenta febre, tosse seca, congestão nasal, coriza e olhos lacrimejantes, a possibilidade desse aluno estar gripado é muito grande. Pensando na saúde do aluno e na dos demais, é recomendado
- A)evitar o contato direto com os colegas, incentivar o aluno a tomar bastante líquido e a não realizar atividades físicas até se recuperar ou ser liberado por um médico.
Correta, pois orienta evitar contágio, hidratar o aluno e suspender atividades físicas até a recuperação ou liberação médica.
- B)incentivar o aluno a tomar bastante líquido e a não realizar atividades físicas até se recuperar, sem necessidade de evitar o contato direto com os colegas.
Errada, porque manter contato com os colegas aumenta o risco de transmissão da doença.
- C)estimular o aluno a realizar atividades físicas intensas e vigorosas, pois elas ajudam o pulmão a expectorar.
Errada, pois atividade intensa com sintomas gripais pode agravar o quadro e não é conduta segura.
- D)estimular o aluno a realizar atividades físicas intensas e vigorosas seguidas por um banho bem quente.
Errada, porque esforço vigoroso e banho quente não tratam a situação e ainda podem piorar o estado do aluno.
- E)orientar que o aluno volte para casa, tome um banho bem quente, deite-se e se agasalhe com cobertores.
Errada, pois mandar apenas voltar para casa e se agasalhar não substitui a orientação adequada de evitar esforço e contato, além de não ser a conduta mais segura e completa.
Gabarito: A
Quando o aluno apresenta febre, tosse seca, congestão nasal, coriza e olhos lacrimejantes, o quadro sugere uma infecção respiratória, como gripe ou um estado viral semelhante. Nessa situação, a lógica da Educação Física é simples: proteger o aluno e proteger a turma. Fazer esforço físico com sintomas gripais pode piorar o mal-estar, aumentar o risco de complicações e ainda favorecer a transmissão da doença para os colegas. Por isso, a conduta mais adequada é evitar contato direto com os demais, estimular a hidratação e suspender as atividades físicas até a melhora ou liberação médica. Em ambiente escolar, isso conversa com o cuidado básico de saúde e prevenção, alinhado ao dever da escola de zelar pelo bem-estar dos alunos e às orientações gerais de vigilância em saúde. Não é hora de "testar o fôlego" do aluno: o corpo já está pedindo pausa. A alternativa A está correta porque reúne exatamente essas medidas prudentes: afastamento do contato, ingestão de líquidos e suspensão do exercício. Já as demais opções minimizam o risco, ignoram a possibilidade de contágio ou sugerem condutas inadequadas para quem está doente. Em prova, a banca costuma cobrar a ideia central de prevenção: quando há sinais de doença infecciosa, o professor deve agir com cautela e não estimular esforço físico. O raciocínio aqui é menos "treino" e mais "segurança".