Os sistemas táticos das equipes de voleibol são designados por uma numeração específica, como, por exemplo: 3 x 3, 6 x 6, 4 x 2, 5 x 1, entre outros. No conjunto de elementos táticos dessa modalidade esportiva, cada um desses números têm um significado. Os primeiros e os segundos números representam, respectivamente, o número de:
- A)Levantadores e defensores.
Errada, porque os números do sistema não indicam levantadores e defensores nessa ordem.
- B)Atacantes e líberos.
Errada, porque o segundo número não representa líberos, já que essa função não é usada para nomear o sistema.
- C)Defensores e atacantes.
Errada, porque a ordem está invertida: não são defensores e atacantes.
- D)Atacantes e levantadores.
Certa, porque o primeiro número indica os atacantes e o segundo número indica os levantadores.
- E)Atacantes e defensores.
Errada, porque o segundo número não corresponde a defensores, e sim a levantadores.
Gabarito: D
No voleibol, a numeração dos sistemas táticos costuma indicar quantos jogadores de cada função aparecem na organização da equipe. Em termos bem diretos, o primeiro número se refere aos atacantes e o segundo aos levantadores. Por isso, quando você vê formações como 4 x 2 ou 5 x 1, está olhando para a quantidade desses jogadores no sistema. Esses nomes ajudam a entender como o time se distribui em quadra e quem assume mais responsabilidades na construção das jogadas. No 4 x 2, por exemplo, há 4 atacantes e 2 levantadores; no 5 x 1, 5 atacantes e 1 levantador. É aquele tipo de lógica que parece matemática, mas na verdade é o voleibol dizendo: 'vamos organizar a bagunça com método'. O gabarito é a letra D porque o enunciado pergunta exatamente o significado dos primeiros e segundos números da formação tática. O primeiro número indica os atacantes e o segundo indica os levantadores. Essa é a convenção mais cobrada em provas de Educação Física quando o assunto é sistema ofensivo do voleibol. Então, se a banca trouxer uma numeração desse tipo, pense primeiro na dupla atacante-levantador. Depois, você confere quantos de cada função aparecem na estrutura do time. É uma questão clássica de leitura da nomenclatura do sistema.