A unidade temática “Práticas corporais de aventura” é, frequentemente, associada ao risco e à impossibilidade de aplicação na escola. Contudo, o uso de bancos e obstáculos podem emular vivências do Parkour, prática de aventura considerada
- A)imprópria.
Errada, porque “imprópria” não é a classificação do Parkour e não corresponde ao seu ambiente de prática.
- B)mortal.
Errada, porque o Parkour não é definido pela ideia de morte, e sim pela superação de obstáculos com deslocamento eficiente.
- C)invasiva.
Errada, porque “invasiva” não é a categoria usada para classificar essa prática corporal.
- D)urbana.
Certa, porque o Parkour é uma prática corporal de aventura urbana, vinculada ao uso de obstáculos do espaço da cidade.
- E)rural.
Errada, porque o Parkour não é classificado como prática rural, já que sua origem e dinâmica estão ligadas ao contexto urbano.
Gabarito: D
As “práticas corporais de aventura” aparecem na BNCC como conteúdos possíveis na escola justamente porque o risco pode ser controlado, adaptado e trabalhado com segurança. Ou seja, não é preciso jogar a turma de um penhasco para falar de aventura: bancos, colchonetes, cones e obstáculos simples já ajudam a simular desafios de deslocamento, equilíbrio e superação. O Parkour é um bom exemplo disso. Ele consiste em se locomover superando obstáculos do ambiente com eficiência, usando saltos, corridas, escaladas e aterrissagens. Como essa prática nasceu e se desenvolveu no espaço da cidade, ela é classificada como uma prática corporal de aventura urbana. Por isso, o gabarito é a letra D. A ideia central da questão é ligar o Parkour ao cenário em que ele ocorre e se manifesta mais claramente: o meio urbano, com muros, corrimãos, bancos, escadas e outros elementos do espaço da cidade. Na escola, o professor pode adaptar esses elementos para fins pedagógicos, sem estimular imprudência. Isso dialoga com a BNCC, que incentiva experiências corporais diversas, inclusive as práticas de aventura, desde que planejadas e seguras.