O segurado deve comunicar imediatamente à seguradora a ocorrência de um sinistro para que o processo de apuração de prejuízos, de regulação e a liquidação possam ocorrer no menor prazo possível, minimizando assim as perdas ocorridas e permitindo que o segurado possa repor o que foi perdido. O procedimento usado para a comunicação do sinistro é chamado, no mercado de seguros, de
- A)notificação de sinistro.
Errada, porque notificação de sinistro não é a expressão técnica mais usada no mercado para a comunicação inicial do evento à seguradora.
- B)averbação de sinistro.
Errada, porque averbação de sinistro não corresponde ao aviso do evento, sendo termo ligado a registros e lançamentos específicos em outras situações.
- C)declaração de ocorrência de sinistro.
Errada, porque declaração de ocorrência de sinistro não é a nomenclatura padrão para esse procedimento no mercado de seguros.
- D)aviso de sinistro.
Certa, porque aviso de sinistro é o nome dado à comunicação do sinistro à seguradora para iniciar a regulação e a liquidação do prejuízo.
- E)informe de sinistro.
Errada, porque informe de sinistro não é o termo técnico consagrado para essa comunicação inicial.
Gabarito: D
Quando acontece um sinistro, o segurado precisa avisar a seguradora o quanto antes para que ela possa abrir o processo de regulação, apurar os prejuízos e, se for o caso, pagar a indenização sem demora. No mercado de seguros, essa comunicação formal recebe o nome de aviso de sinistro. É aquele comunicado inicial que põe a engrenagem para funcionar, quase como apertar o botão de atendimento do caso. A lógica é simples: sem o aviso, a seguradora nem sabe oficialmente que o evento ocorreu, e isso atrasa a análise, a vistoria e a liquidação do prejuízo. Por isso, o termo técnico cobrado é justamente aviso de sinistro, expressão muito usada na prática do mercado e em materiais de regulação de sinistros. Vale lembrar que, em seguros, comunicação e regulação caminham juntas: primeiro vem o aviso, depois a apuração e, por fim, a liquidação. A questão tenta trocar o nome técnico por palavras parecidas, mas a nomenclatura correta é essa mesmo. Em provas da FGV, é comum ela cobrar o vocabulário específico do setor, então vale guardar o termo como ouro de corretora.