← Questões de Auditoria

Auditoria · FGV · 2022

Questão comentada de Auditoria

A metodologia de avaliação dos controles internos consiste em avaliar os controles internos existentes e quantificá-los em níveis de efetividade. Dessa forma, uma empresa apresentou os seguintes controles internos, avaliados em: 1 (controles não funcionais), 0,5 (controles funcionais medianos) e 0,2 (controles funcionais fortes). Os auditores, ao solicitarem tais documentos de avaliação, podem concluir que:

Gabarito: C

Em auditoria, a lógica é bem intuitiva: quanto melhor o controle interno, menor tende a ser o risco que sobra para a empresa, isto é, o risco residual. Nessa metodologia, o nível dos controles internos funciona como um fator redutor, usando valores como 1, 0,5 e 0,2 para representar, respectivamente, controles fracos ou inexistentes, medianos e fortes. Então, se você multiplica o risco inerente por um fator menor que 1, o resultado cai. Exemplo simples: risco inerente 10 com controle 0,5 vira 5; com controle 0,2, vira 2. Ou seja, controles funcionais realmente “seguram a bronca” e diminuem o risco residual. Por isso, a alternativa C está correta: quando existem controles funcionais em uma atividade, multiplicar o risco inerente pelo nível dos controles internos leva a um risco residual menor. A ideia é compatível com a doutrina clássica de auditoria: risco inerente é o risco natural da operação, e os controles internos servem para mitigá-lo. A banca FGV gosta de trocar os termos para ver se você confunde redução com aumento. Aqui, o ponto central é que o fator de controle não aumenta o risco, ele o reduz quando está abaixo de 1.

Continue treinando

Questões relacionadas