Uma empresa de tecnologia está avaliando um novo fornecedor para desenvolvimento de software fundamental em sua operação. Nesse contexto, assinale a alternativa que indica a ferramenta de avaliação, baseada em práticas de gestão de riscos e integridade, tendente a verificar os antecedentes da empresa contratada para confirmação de seu histórico.
- A)Análise SWOT.
Errada, porque a análise SWOT serve para mapear forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, não para checar antecedentes e histórico de terceiros.
- B)Matriz de riscos.
Errada, porque a matriz de riscos identifica e classifica riscos, mas não é uma ferramenta específica de verificação de integridade e antecedentes do fornecedor.
- C)Background Check.
Certa, porque background check é justamente a checagem de histórico, reputação e integridade da empresa ou pessoa antes da contratação.
- D)Auditoria operacional.
Errada, porque auditoria operacional avalia eficiência, economicidade e efetividade de processos, e não a confirmação prévia de antecedentes do contratado.
Gabarito: C
Quando uma empresa vai contratar um fornecedor para algo crítico, como o desenvolvimento de um software essencial, não basta olhar só preço e prazo. Antes de assinar, é comum fazer uma checagem de integridade e histórico para saber se aquele parceiro tem passado confiável, conflitos, processos, sanções ou sinais de risco. Isso é o famoso background check, uma espécie de “raio-x” pré-contratação. Na prática, essa ferramenta é muito usada em programas de compliance, gestão de riscos e due diligence. Ela serve para confirmar antecedentes da empresa contratada e reduzir o risco de contratar alguém que pareça ótimo no papel, mas traga dor de cabeça depois. Em auditoria e controle interno, isso conversa diretamente com a ideia de prevenir riscos antes que virem problema. Por isso, o gabarito é a letra C. Background check é exatamente a verificação de histórico e antecedentes de pessoas físicas ou jurídicas, muito usada para validar reputação, integridade e aderência a padrões mínimos de confiança. Não é uma análise estratégica genérica, nem uma matriz de risco, nem uma auditoria formal da operação. A lógica da questão é simples: o enunciado fala em prática de gestão de riscos e integridade voltada a confirmar o histórico da empresa contratada. Isso aponta para checagem prévia de antecedentes, e não para uma ferramenta de diagnóstico interno ou avaliação operacional. Em linguagem de concurso: se a ideia é “investigar quem é o fornecedor antes de confiar”, pense em background check.