Uma câmera equipada com sensor RGB instalada em um VANT se aplica com melhor custo-benefício e eficiência para o monitoramento de:
- A)Umidade do solo.
Errada, porque a umidade do solo não é bem estimada com câmera RGB comum, exigindo sensores térmicos, multiespectrais ou outras técnicas específicas.
- B)Falhas de plantio.
Certa, pois a câmera RGB em VANT é muito eficiente para identificar falhas de plantio pela visualização das áreas sem estande ou com desuniformidade.
- C)Ocorrência de doenças
Errada, porque a detecção de doenças geralmente depende de sinais espectrais e análises mais avançadas do que uma imagem RGB isolada fornece.
- D)Deficiências nutricionais.
Errada, já que deficiências nutricionais costumam ser melhor monitoradas com índices de vegetação e sensores multiespectrais, não apenas com RGB.
Gabarito: B
Quando se fala em VANT com câmera RGB, pense em imagem comum, como a de uma fotografia aérea, só que com muito mais detalhe e rapidez. Esse tipo de sensor é ótimo para observar o que está visível a olho nu na lavoura, principalmente quando a análise busca economia e agilidade no campo. A grande vantagem do RGB é o custo-benefício: ele é mais barato, fácil de operar e gera imagens que permitem identificar padrões espaciais da área. Por isso, ele é muito usado para detectar desuniformidades no estande, espaços vazios e áreas com plantas ausentes ou mal distribuídas. É exatamente aí que entra o gabarito da questão. O monitoramento de falhas de plantio é uma aplicação clássica de câmera RGB em VANT, porque as falhas aparecem como “buracos” ou descontinuidades na imagem, facilitando a inspeção sem precisar entrar em cada talhão. Ou seja, o drone faz o trabalho de olho clínico sem reclamar do sol. Já umidade do solo, doenças e deficiências nutricionais normalmente exigem sensores mais específicos, como multiespectrais, térmicos ou análises complementares, porque uma câmera RGB sozinha não consegue medir bem esses problemas em nível técnico com a mesma precisão.