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Analista do MPU (Perito em Engenharia Florestal), Ministério Público da União (MPU)

O edital de Analista do MPU (Perito em Engenharia Florestal) do Ministério Público da União (MPU) (banca FGV) cobra 7 matérias. As de maior peso são Português, Direitos Humanos, Acessibilidade. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais GAMPU; nível equivalente ao do analista do Judiciário federal)Base: Tabela do Ministério Público da União (Lei 15.373/2026), referência 2026. Confira o edital vigente.

Engenheiro florestal que vira perito do Ministério Público: laudo técnico com peso de prova, banca FGV e salário de carreira jurídica.

Matérias
7
Banca
FGV
Nível
Superior (Engenharia Florestal)
Banca
FGV
Remuneração inicial
Faixa de R$ 14 mil
O jogo se decide nas específicas de Engenharia Florestal

No último certame da FGV, das 80 questões objetivas, 35 foram só de conhecimentos específicos da sua área. Língua Portuguesa, sustentabilidade, direitos humanos, administração pública, legislação institucional do MPU, noções de direito administrativo e perícia em processo civil completam o resto. Traduzindo: você pode dominar floresta de cabo a rabo e ainda assim ser barrado nas 30 questões do Módulo I e nos blocos jurídicos. Quem passa equilibra as duas frentes, não aposta tudo na formação.

O que voce faz no dia a dia

O perito em Engenharia Florestal do MPU é o braço técnico das investigações ambientais do Ministério Público da União (MPF, MPT, MPM e MPDFT). Na prática, você:

  • Produz laudos, perícias e pareceres que dão base técnica a inquéritos civis, ações de improbidade e ações ambientais.
  • Atua como assistente técnico em processos administrativos e judiciais, avaliando desmatamento, queimadas, supressão irregular de vegetação e danos a unidades de conservação.
  • Faz vistorias de campo e quantifica dano ambiental para subsidiar termos de ajustamento de conduta e pedidos de reparação.
  • Assessora promotores e procuradores que, em regra, não têm formação técnica na área florestal.

Perfil da prova e a banca

O último concurso foi organizado pela FGV, e esse é o cenário que você deve estudar. A prova objetiva tem 80 questões de múltipla escolha, divididas em Módulo I (30, conhecimentos gerais) e Módulo II (50, conteúdo do cargo). Características da FGV que pesam aqui:

  • Enunciados longos e contextualizados, que cobram interpretação, não só memorização.
  • Forte uso de casos e situações-problema nas específicas, simulando perícia real.
  • Discursiva obrigatória para o cargo de perito: uma redação dissertativo-argumentativa de 20 a 30 linhas, eliminatória e classificatória.

Materias de maior peso e prioridade

A distribuição do último edital deixa a estratégia clara:

  • Conhecimentos específicos de Engenharia Florestal: 35 questões. É o maior bloco isolado e onde a vaga se ganha.
  • Língua Portuguesa: 15 questões, o maior bloco do Módulo I, alto custo-benefício.
  • Blocos jurídicos do perito (legislação institucional do MPU, noções de direito administrativo e noções de perícia em processo civil): 15 questões somadas, conteúdo curto e cobrável.
  • Sustentabilidade, direitos humanos e fundamentais, acessibilidade e administração pública: 15 questões de fechamento do Módulo I.

O que cai nas especificas (o diferencial da area)

Diferente de cargos genéricos, aqui o conteúdo é exclusivo da Engenharia Florestal e foi cobrado com bastante amplitude:

  • Manejo e conservação de solo e água, planejamento florestal e diversidade e conservação de espécies.
  • Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), zoneamento ambiental e instrumentos de gestão ambiental.
  • Estudo, avaliação e relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA) e Regularização Fundiária (incluindo REURB).
  • Tecnologia da madeira (secagem, serraria, laminados, compensados, carvão e celulose), agrometeorologia, genética e melhoramento e estradas florestais.

Priorize legislação ambiental aplicada (SNUC, licenciamento, EIA/RIMA): é o que mais conecta com a função de perito do MPU.

Nivel, remuneracao e requisitos

  • Cargo de nível superior. Exige graduação em Engenharia Florestal reconhecida e registro no conselho de classe (CREA).
  • Remuneração inicial na faixa de R$ 14 mil, composta por vencimento básico mais a Gratificação de Atividade do MPU (GAMPU), com benefícios que elevam o valor de entrada e progressão que ultrapassa a faixa de R$ 20 mil ao longo da carreira.
  • A oferta de vagas para essa especialidade costuma ser pequena (poucas ou cadastro de reserva), então a nota de corte tende a ser alta e a disputa, concentrada.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Direitos Humanos3.160
3Acessibilidade469
4Administração Pública7.482
5Direito Administrativo65.476
6Engenharia Florestal1.613
7Agronomia11.264

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista do MPU (Perito em Engenharia Florestal)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais GAMPU; nível equivalente ao do analista do Judiciário federal. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Ministério Público da União (MPU) para Analista do MPU (Perito em Engenharia Florestal)?

Pelo edital, o cargo de Analista do MPU (Perito em Engenharia Florestal) cobra 7 matérias: Português, Direitos Humanos, Acessibilidade, Administração Pública, Direito Administrativo, Engenharia Florestal, Agronomia.

Qual a banca do concurso Ministério Público da União (MPU)?

A banca do cargo de Analista do MPU (Perito em Engenharia Florestal) é a FGV.

Por onde começar a estudar para Analista do MPU (Perito em Engenharia Florestal)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Direitos Humanos, Acessibilidade) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Ministério Público da União (MPU)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Preciso de experiência prévia para o cargo de perito em Engenharia Florestal do MPU?

Não. No modelo recente, exige-se graduação em Engenharia Florestal reconhecida e registro no conselho de classe (CREA). Experiência profissional não é requisito de posse.

A prova tem mais peso de Engenharia Florestal ou de matérias gerais?

De Engenharia Florestal. No último edital foram 35 questões só de conhecimentos específicos, contra 30 do Módulo I de conhecimentos gerais. Ainda assim, os blocos gerais e jurídicos eliminam quem os ignora.

Tem TAF, prova oral ou investigação social?

Não. Pelo formato recente, as etapas são prova objetiva, prova discursiva (redação) e comprovação de requisitos e títulos. Não há teste físico, fase oral nem investigação social.

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