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Analista do MPU (Perito em Contabilidade), Ministério Público da União (MPU)

O edital de Analista do MPU (Perito em Contabilidade) do Ministério Público da União (MPU) (banca FGV) cobra 8 matérias. As de maior peso são Português, Direitos Humanos, Acessibilidade. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais GAMPU; nível equivalente ao do analista do Judiciário federal)Base: Tabela do Ministério Público da União (Lei 15.373/2026), referência 2026. Confira o edital vigente.

O analista que destrincha balanços e segue o dinheiro público para sustentar a atuação do Ministério Público da União.

Matérias
8
Banca
FGV
Banca (11º concurso)
FGV
Escolaridade
Bacharel em Ciências Contábeis
Etapas
Objetiva, discursiva e TAF
O coração da prova é contabilidade pública e AFO, não contabilidade societária

Muita gente entra achando que perito contábil cai em DRE e balanço de empresa. No edital recente da FGV o peso esmagador está em Administração Financeira e Orçamentária, Direito Financeiro, Lei nº 4.320/1964, LRF, MCASP e as NBC TSP. Despesa pública, receita pública e dívida pública são os temas que mais aparecem. A contabilidade societária e a perícia contábil propriamente dita (NBC PP 01 e NBC TP 01) entram, mas é no setor público que a prova é decidida. Quem inverte essa prioridade estuda muito e pontua pouco.

O que voce faz no dia a dia

O perito em contabilidade do MPU é o braço técnico-contábil dos procuradores e promotores da União (MPF, MPT, MPM e MPDFT). Na prática, você:

  • elabora laudos e pareceres contábeis que instruem inquéritos civis, ações de improbidade e investigações de desvio de recursos públicos
  • segue o rastro do dinheiro: analisa balanços, prestações de contas, notas de empenho, liquidação e pagamento, e cruza dados documentais
  • atua como assistente técnico ou perito em processos judiciais e administrativos quando formalmente designado
  • traduz contabilidade em prova: transforma planilha e demonstração contábil em argumento que o membro do MP usa na petição

Não é cargo de fechar balanço de órgão. É cargo de fiscalizar e provar irregularidade com base contábil.

A banca e o perfil da prova

O 11º concurso do MPU teve a FGV como banca, com edital de janeiro de 2025 e prova aplicada em maio de 2025. Conhecer o estilo da FGV é meio caminho:

  • enunciados longos e contextualizados, com pegadinha em detalhe de legislação (artigo, prazo, classificação orçamentária)
  • forte apego à literalidade da Lei nº 4.320/1964, da LRF e do MCASP
  • discursiva em formato de estudo de caso técnico, respondido em até cerca de 30 linhas, exigindo fundamentação normativa, não só opinião

A dificuldade não está em decorar fórmula, e sim em dominar a norma com precisão cirúrgica e aplicá-la a um caso.

Nivel, remuneracao e exigencias

  • cargo de nível superior, com exigência de bacharelado em Ciências Contábeis reconhecido e registro no conselho de classe competente
  • remuneração na faixa alta do funcionalismo: o vencimento do analista do MPU somado à gratificação de atividade (GAMPU) coloca o cargo na casa dos cinco dígitos altos, com auxílios (alimentação, transporte, pré-escolar)
  • benefícios e estabilidade típicos de carreira de Estado

É um dos cargos de analista mais bem pagos para quem tem formação contábil, o que explica a concorrência.

Etapas do certame

No concurso recente, o caminho foi:

  • prova objetiva de conhecimentos básicos e específicos (eliminatória e classificatória)
  • prova discursiva em formato de estudo de caso técnico da área
  • teste de aptidão física (TAF), etapa que costuma surpreender quem só pensou no conteúdo
  • avaliação médica e, quando aplicável, procedimento de heteroidentificação
  • programa de formação profissional antes da posse

Não trate o TAF como detalhe: ele é eliminatório e já reprovou candidato que passou na prova teórica.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Direitos Humanos3.160
3Acessibilidade469
4Administração Pública7.482
5Direito Administrativo65.476
6Contabilidade25.914
7Contabilidade Pública17.194
8Auditoria9.457

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista do MPU (Perito em Contabilidade)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais GAMPU; nível equivalente ao do analista do Judiciário federal. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Ministério Público da União (MPU) para Analista do MPU (Perito em Contabilidade)?

Pelo edital, o cargo de Analista do MPU (Perito em Contabilidade) cobra 8 matérias: Português, Direitos Humanos, Acessibilidade, Administração Pública, Direito Administrativo, Contabilidade, Contabilidade Pública, Auditoria.

Qual a banca do concurso Ministério Público da União (MPU)?

A banca do cargo de Analista do MPU (Perito em Contabilidade) é a FGV.

Por onde começar a estudar para Analista do MPU (Perito em Contabilidade)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Direitos Humanos, Acessibilidade) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Ministério Público da União (MPU)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

O perito em contabilidade do MPU cai mais em contabilidade de empresa ou pública?

Pública, com folga. No edital recente da FGV, o maior peso está em AFO, Direito Financeiro, Lei nº 4.320/1964, LRF, MCASP e NBC TSP, com despesa, receita e dívida pública liderando. Contabilidade societária e perícia contábil entram, mas com peso menor.

Tem TAF mesmo sendo cargo técnico de contabilidade?

Sim. No concurso recente houve teste de aptidão física como etapa eliminatória, além de avaliação médica e programa de formação. Muita gente foca só na teoria e tropeça no TAF, então ele precisa entrar no planejamento desde o início.

Qual a formação exigida para o cargo?

Bacharelado em Ciências Contábeis reconhecido pelo MEC, somado ao registro no conselho de classe competente. É cargo de nível superior com habilitação legal específica na área contábil.

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