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Analista do MPU (Arquivologia), Ministério Público da União (MPU)

O edital de Analista do MPU (Arquivologia) do Ministério Público da União (MPU) (banca FGV) cobra 6 matérias. As de maior peso são Português, Direitos Humanos, Acessibilidade. Veja todas abaixo e treine questões de cada uma, de graça.

Remuneração inicial: A partir de ~R$ 16 mil (vencimento básico mais GAMPU; nível equivalente ao do analista do Judiciário federal)Base: Tabela do Ministério Público da União (Lei 15.373/2026), referência 2026. Confira o edital vigente.

O guardião técnico da memória documental do Ministério Público da União, num cargo de nível superior com remuneração de elite e concorrência à altura.

Matérias
6
Banca
FGV
Banca
FGV
Escolaridade
Superior em Arquivologia
Remuneração inicial
Faixa de R$ 16 mil
A área específica decide a vaga

São 30 questões de Arquivologia contra 50 de conhecimentos gerais, mas é na parte específica que a disputa se resolve, porque todo mundo bem preparado pontua alto nela. Domine gestão documental, ciclo vital (três idades), classificação, avaliação com tabela de temporalidade e a gestão arquivística digital (SIGAD e e-ARQ). É o que separa aprovado de classificado, ainda mais num cargo com pouquíssimas vagas e concorrência altíssima.

O que você faz no dia a dia

O Analista do MPU em Arquivologia é o responsável técnico pela memória institucional do Ministério Público da União, ou seja, dos quatro ramos (MPF, MPT, MPM e MPDFT). Na prática, você não fica organizando caixas: você desenha e faz cumprir a política de gestão documental do órgão. O trabalho gira em torno de:

  • Elaborar e difundir normas, planos de classificação e tabelas de temporalidade documental.
  • Aplicar o ciclo de vida do documento: produção, classificação, avaliação, destinação (eliminação ou guarda permanente) e descrição.
  • Implantar e fiscalizar instrumentos de gestão arquivística digital, como SIGAD e os requisitos do e-ARQ Brasil, e tratar a preservação digital de longo prazo.

É um cargo de área-meio com forte componente técnico-normativo, e cada vez mais voltado ao documento eletrônico e ao processo digital.

A banca e o perfil da prova

A banca do certame recente foi a FGV, e isso muda a forma de estudar. A prova objetiva teve 80 questões, divididas em 50 de conhecimentos gerais e 30 de conhecimentos específicos de Arquivologia. A FGV cobra interpretação fina, raciocínio sobre o caso concreto e enunciados longos, então decoreba pura não basta: você precisa entender o instituto para aplicar.

Houve também prova discursiva (dissertativo-argumentativa, com limite na casa das 30 linhas), avaliando estrutura textual, coesão, coerência e norma culta. Não há TAF, prova oral nem investigação social para este cargo: o filtro é objetiva mais discursiva.

Matérias de maior peso e prioridade

A área específica vale tanto que decide a prova. Priorize, na parte de Arquivologia:

  • Gestão de documentos e ciclo vital: teoria das três idades, valores primário e secundário, arquivo corrente, intermediário e permanente.
  • Funções arquivísticas: classificação, avaliação (tabela de temporalidade e destinação), descrição, difusão e preservação.
  • Diplomática e tipologia documental, e a gestão arquivística digital (SIGAD, e-ARQ Brasil, GED, digitalização, preservação digital).

Nos conhecimentos gerais, o peso típico recai em Língua Portuguesa, Direito Constitucional e Administrativo, e a Legislação Institucional do Ministério Público (perfil constitucional do MP, LC 75/93 e normas do CNMP).

Nível, remuneração e estrutura da carreira

É cargo de nível superior. O requisito é bacharelado em Arquivologia reconhecido pelo MEC, com registro profissional regular. A remuneração inicial fica na casa dos R$ 16 mil mensais (valor cheio com vantagens), com progressão ao longo da carreira que eleva os ganhos a patamares bem mais altos, além de auxílios típicos do serviço público federal (alimentação, saúde e outros). Trata-se de uma das melhores remunerações para um cargo de Arquivologia no país, o que explica a concorrência alta mesmo com pouquíssimas vagas por edital.

Matérias do edital

#MatériaQuestões no acervo
1Português113.268
2Direitos Humanos3.160
3Acessibilidade469
4Administração Pública7.482
5Direito Administrativo65.476
6Arquivologia15.860

Acervo de questões por matéria disponível no furafila para treino.

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Perguntas frequentes

Quanto ganha o Analista do MPU (Arquivologia)?

A partir de ~R$ 16 mil, vencimento básico mais GAMPU; nível equivalente ao do analista do Judiciário federal. Valor de referência (2026); confira sempre o edital e a tabela vigente.

Quais matérias caem no concurso Ministério Público da União (MPU) para Analista do MPU (Arquivologia)?

Pelo edital, o cargo de Analista do MPU (Arquivologia) cobra 6 matérias: Português, Direitos Humanos, Acessibilidade, Administração Pública, Direito Administrativo, Arquivologia.

Qual a banca do concurso Ministério Público da União (MPU)?

A banca do cargo de Analista do MPU (Arquivologia) é a FGV.

Por onde começar a estudar para Analista do MPU (Arquivologia)?

Comece pelas matérias de maior peso no edital (Português, Direitos Humanos, Acessibilidade) e treine questões de cada uma. No furafila você pratica de graça, com gabarito e microaula em cada questão.

Onde treinar questões para o concurso Ministério Público da União (MPU)?

No furafila, de graça: questões comentadas das matérias do edital, com XP, ranking e batalhas para manter o ritmo.

Qual a banca e quantas questões tem a prova do Analista do MPU - Arquivologia?

No certame recente a banca foi a FGV. A prova objetiva teve 80 questões, sendo 50 de conhecimentos gerais e 30 de conhecimentos específicos de Arquivologia, além de uma prova discursiva dissertativo-argumentativa.

Quais os requisitos para o cargo?

Diploma de bacharelado em Arquivologia reconhecido pelo MEC e registro profissional regular. Não há exigência de experiência prévia, TAF, prova oral nem investigação social para este cargo.

O que mais cai na parte específica?

Gestão de documentos e ciclo vital (teoria das três idades), funções arquivísticas (classificação, avaliação e temporalidade, descrição), diplomática e tipologia documental, e gestão arquivística digital (SIGAD, e-ARQ Brasil, preservação digital).

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