Caso confirmado de covid-19 com origem no próprio município onde foi notificado é denominado caso
- A)alóctone.
Errada, porque alóctone indica algo vindo de fora, e não originado no próprio município.
- B)exótico.
Errada, porque exótico é termo mais ligado a algo estranho ou não usual, não à classificação epidemiológica do caso.
- C)conjuntivo.
Errada, porque conjuntivo não é a denominação usada na vigilância para origem geográfica do caso.
- D)disjuntivo.
Errada, porque disjuntivo não tem relação com a classificação epidemiológica de origem do caso.
- E)autóctone.
Certa, porque autóctone é o caso contraído e notificado no próprio município, caracterizando transmissão local.
Gabarito: E
Quando a Vigilância em Saúde classifica um caso, ela está perguntando basicamente: de onde veio a infecção? Se o caso de covid-19 foi contraído no mesmo município em que foi notificado, ele é chamado de caso autóctone. Em outras palavras: nasceu ali, circulou ali, foi identificado ali. É o clássico “pegou aqui mesmo”. Esse conceito é muito usado na vigilância epidemiológica para entender a cadeia de transmissão e orientar medidas de controle. Diferentemente dos casos importados, que vêm de fora, o caso autóctone indica transmissão local, o que acende o alerta para circulação do agente no território. Por isso, o gabarito é a letra E. O termo correto em epidemiologia e nas rotinas de vigilância é autóctone para o caso originado no próprio local onde foi notificado. As demais opções não correspondem a essa classificação técnica. Na prática de concurso, a banca gosta de testar esses pares: autóctone x importado, local x externo, transmissão interna x introduzida. Se você lembrar dessa lógica, resolve a questão sem sofrimento e sem precisar de bola de cristal.