O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é o documento que comprova a vacinação de febre amarela. Ele é necessário porque alguns países exigem o documento para a entrada em seu território. Para situações excepcionais, o CIVP pode ser solicitado para
- A)tuberculose e meningite.
Errada, porque tuberculose e meningite não formam a combinação excepcional cobrada para o CIVP.
- B)tuberculose e hepatite A.
Errada, porque tuberculose e hepatite A não são as doenças associadas à exigência excepcional do certificado.
- C)poliomielite e hepatite A.
Errada, porque poliomielite até pode aparecer em contexto excepcional, mas hepatite A não integra essa dupla.
- D)poliomielite e meningite
Certa, pois em situações excepcionais o CIVP pode ser solicitado para poliomielite e meningite.
- E)hepatite A e meningite.
Errada, porque hepatite A e meningite não correspondem à previsão excepcional cobrada para o CIVP.
Gabarito: D
O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é o documento usado para comprovar, perante outros países, que você recebeu determinada vacina exigida para entrada no território. Na prática, ele aparece com mais frequência na febre amarela, que é a regra geral cobrada em prova. Mas a banca está perguntando sobre a exceção: em situações específicas, o CIVP também pode ser solicitado para outras doenças, conforme orientação sanitária internacional e exigências do país de destino. Aqui mora a pegadinha clássica: não basta lembrar de qualquer vacina do calendário. O CIVP é ligado a exigências de viagem internacional e, em hipóteses excepcionais, pode ser exigido para poliomielite e meningite. É o tipo de detalhe que a FGV adora puxar da cartola para testar se você sabe diferenciar vacinação de rotina, exigência sanitária internacional e documento de viagem. Então, se a questão fala em "situações excepcionais", pense nas doenças que podem entrar nessa lógica de controle sanitário de fronteiras e não em vacinas aleatórias como hepatite A ou tuberculose. O gabarito D está correto porque corresponde exatamente às hipóteses excepcionais associadas ao CIVP. Como fundamento, a lógica vem das normas sanitárias internacionais e da atuação da vigilância em saúde no controle de eventos de interesse para viagens internacionais, com destaque para as exigências baseadas no Regulamento Sanitário Internacional e nas regras adotadas pela autoridade sanitária brasileira para emissão do CIVP.