O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das doenças Crônicas não Transmissíveis (dCnT) no Brasil (2011-2022)tem como objetivo promover o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o controle das DCNT, seus fatores de risco e fortalecer os serviços de saúde voltados para a atenção aos portadores de doenças crônicas. Dessa forma, tal normativa fundamenta-se no delineamento de diretrizes e ações, tais como: I. Vigilância, informação, avaliação e monitoramento. II. Promoção da saúde. III. Cuidado integral. Está correto o que se afirma em
- A)Todas as metas estão corretas.
Correta, porque os três eixos apresentados fazem parte das diretrizes do plano para prevenção e controle das DCNT.
- B)Todas as metas estão incorretas.
Incorreta, porque os itens citados estão previstos no plano e não podem ser tratados como errados.
- C)Somente uma meta está correta.
Incorreta, porque não é apenas uma meta que está correta, mas todas as diretrizes listadas.
- D)Somente uma meta está incorreta.
Incorreta, porque não há uma única afirmação equivocada entre as três apresentadas.
Gabarito: A
O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT no Brasil foi pensado para atacar um problema enorme de saúde pública: doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, que respondem por muita morte e incapacidade no país. A lógica do plano é bem SUS raiz: organizar respostas baseadas em evidências, com metas, monitoramento e integração entre prevenção e assistência. Por isso, ele se estrutura em três grandes eixos que caminham juntos. Primeiro, a vigilância, informação, avaliação e monitoramento, para saber onde estão os riscos e medir os resultados. Depois, a promoção da saúde, porque prevenir fatores como tabagismo, alimentação inadequada, sedentarismo e uso nocivo de álcool sai bem mais barato do que correr atrás do prejuízo depois. E, por fim, o cuidado integral, garantindo acesso ao diagnóstico, tratamento, reabilitação e seguimento contínuo. Em outras palavras, o plano não fica só no discurso bonito de “vamos cuidar”. Ele transforma isso em diretrizes práticas para reduzir fatores de risco e fortalecer os serviços de saúde. Esse desenho está alinhado com as políticas públicas de prevenção e controle das DCNT no SUS, em lógica compatível com a vigilância em saúde e a atenção integral. Assim, a letra A está correta porque os três itens apresentados fazem parte do fundamento do plano: vigilância, promoção da saúde e cuidado integral. Nada de pegadinha aqui: a norma realmente trabalha esses três pilares como base das ações estratégicas para enfrentamento das DCNT.