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Saúde Pública e SUS · CESPE/CEBRASPE · 2024

Questão comentada de Saúde Pública e SUS

Ao participar de uma ação do levantamento rápido de índices para Aedes aegypti (LIRAa) no Brasil, um agente de combate às endemias coletou, em um domicílio, tubetes com água parada nos seguintes depósitos: • uma caixa d’água sem tampa; • um pneu abandonado no quintal; • uma planta ornamental do tipo bromélia. Considerando os tipos de depósito com potencial para proliferação do mosquito Aedes aegypti, conforme o manual do LIRAa, os referidos tubetes foram coletados, respectivamente, dos grupos

Gabarito: D

O LIRAa, feito pelos agentes de combate às endemias, classifica os criadouros do Aedes aegypti por grupos de depósitos. A ideia é simples: cada tipo de recipiente entra em um “balde” diferente para facilitar a vigilância e o controle do mosquito. Nada de decorar por esporte, mas na prova isso vira ouro. Neste caso, a caixa d’água sem tampa é um depósito de armazenamento de água e entra no grupo A. Já o pneu abandonado no quintal é um depósito inservível, típico do grupo D, porque acumula água da chuva com facilidade e vira criadouro clássico. A bromélia, por sua vez, é uma planta que guarda água em sua estrutura e é classificada no grupo E. Por isso, a sequência correta é A, D e E, que corresponde à alternativa D. A lógica da questão está em reconhecer o tipo de depósito e não apenas “ver água parada”. O manual do LIRAa usa essa classificação justamente para orientar as ações de controle, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde para vigilância e controle de vetores. Resumo de prova: caixa d’água sem tampa pensa em grupo A; pneu pensa em grupo D; bromélia pensa em grupo E. Se você acertar isso, o Aedes perde o passeio.

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