Os tumores malignos mais incidentes no Brasil, em ordem decrescente, são os tumores de
- A)pele (não melanoma), mama feminina e próstata.
Correta, porque a ordem clássica de maior incidência no Brasil é pele não melanoma, mama feminina e próstata.
- B)mama feminina, próstata e pulmão.
Errada, porque mama feminina e próstata aparecem muito, mas não superam o câncer de pele não melanoma na incidência total.
- C)cólon e reto, fígado e pulmão.
Errada, porque cólon e reto e fígado não ocupam as primeiras posições gerais de incidência no Brasil.
- D)pele, mama e pulmão.
Errada, porque pulmão não vem entre os três mais incidentes quando se considera o ranking nacional geral.
- E)estômago, pulmão e fígado.
Errada, porque estômago e fígado não formam o trio de maior incidência no país.
Gabarito: A
Quando a banca pergunta os tumores malignos mais incidentes no Brasil, ela está cobrando a ordem clássica divulgada pelo INCA. Em linhas gerais, o campeão de incidência é o câncer de pele não melanoma, seguido pelo câncer de mama feminina e pelo câncer de próstata. Depois vêm outros tumores, como cólon e reto e pulmão, dependendo do recorte usado pelo relatório. O ponto principal é: em questão de incidência, a pele não melanoma quase sempre aparece no topo, porque é muito frequente na população e entra nas estatísticas nacionais. O gabarito é a letra A porque ela traz exatamente essa sequência: pele (não melanoma), mama feminina e próstata. É o trio mais cobrado em provas quando a banca quer a ordem decrescente de incidência no Brasil. Então, se você leu a alternativa e pensou em mama ou próstata na frente da pele, a banca já conseguiu fazer sua cabeça trabalhar contra você. Esse padrão é compatível com os dados epidemiológicos do INCA, órgão de referência nacional em câncer. Em prova, quando aparecer a expressão "mais incidentes", pense primeiro em incidência populacional, não em mortalidade. Incidência é quem aparece mais; mortalidade é quem mata mais. A banca adora misturar essas duas coisas para ver quem lê correndo.