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Radiologia e Diagnóstico por Imagem · FGV · 2025

Questão comentada de Radiologia e Diagnóstico por Imagem

O ruído acústico gerado durante um exame de ressonância magnética, embora desagradável para muitos pacientes, não costuma causar danos permanentes à audição. A intensidade de ruído no interior do scanner de ressonância magnética de 3 Teslas pode atingir, em decibéis, níveis em torno de

Gabarito: A

A ressonância magnética é famosa por duas coisas: imagens excelentes e um barulho que parece uma obra em horário comercial. Esse ruído vem da rápida comutação dos gradientes magnéticos, que faz vibrações mecânicas dentro do equipamento. Em aparelhos de 3 Tesla, a intensidade sonora pode chegar a valores bem altos, em torno de 130 dB, o que já exige cuidados com proteção auditiva para o paciente. A ideia da questão é lembrar uma ordem de grandeza, não um valor de sala de aula perfeita. Em RM, o ruído costuma ficar na faixa de 100 a 130 dB, podendo alcançar picos próximos de 130 dB em equipamentos mais potentes e sequências específicas. Então, entre as alternativas, 130 dB é a que bate com a realidade do exame de 3 Teslas. As opções maiores exageram muito. 160 dB já entra numa faixa extremamente acima do que é usual em ressonância magnética, e 190 ou 210 dB são números incompatíveis com o ruído típico do scanner. A FGV gosta justamente dessa armadilha: coloca valores grandes para ver se você sabe a ordem correta de grandeza. Na prática, esse ruído é desconfortável, mas costuma não causar dano permanente quando são adotadas medidas de proteção auditiva, como tampões ou abafadores. Então, marque o valor em torno de 130 dB e siga em frente sem medo do barulho da prova.

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