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Radiologia e Diagnóstico por Imagem · FGV · 2025

Questão comentada de Radiologia e Diagnóstico por Imagem

A radiografia do tórax, uma técnica secular e insubstituível, faz parte da prática médica. Na realização dessa técnica, com a finalidade de reduzir o efeito da magnificação e melhorar a nitidez da imagem, o exame deve ser realizado à seguinte distância da fonte de raios X:

Gabarito: C

Na radiografia de tórax, a distância foco-filme é importante porque interfere diretamente na nitidez e na magnificação da imagem. Quanto menor a distância entre a fonte de raios X e o detector, maior tende a ser a ampliação das estruturas e pior a definição, o que atrapalha justamente um exame que precisa mostrar bem o coração, os pulmões e os mediastinos. Por isso, na prática padrão do tórax em incidência posteroanterior, usa-se distância de 1,80 m, isto é, 180 cm. Essa técnica ajuda a reduzir a sombra aumentada do coração e melhora a fidelidade anatômica da imagem. Em prova, quando aparecer a ideia de "reduzir magnificação e melhorar nitidez", pense logo em distância longa. A lógica é simples: fonte mais longe, raios chegam mais paralelos, menos aumento da imagem. É quase o contrário da foto de celular colada no rosto, que faz tudo parecer maior do que é. Na radiologia, especialmente no tórax, isso é um cuidado clássico e muito cobrado. Assim, o gabarito correto é a letra C, porque 1,80 m é a distância tradicional usada na radiografia de tórax para minimizar a magnificação e melhorar a qualidade da imagem.

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