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Radiologia e Diagnóstico por Imagem · FGV · 2025

Questão comentada de Radiologia e Diagnóstico por Imagem

No estudo radiográfico da coluna cervical a incidência na qual os buracos de conjugação não são evidenciados, quando há erro no posicionamento do corpo e da cabeça é a

Gabarito: C

Na radiografia da coluna cervical, cada incidência tem uma “missão” bem definida. A anteroposterior mostra a coluna em frontal, o perfil valoriza alinhamento, corpos vertebrais e espaços discais, e as oblíquas são as queridinhas para estudar os forames intervertebrais, também chamados de buracos de conjugação. É aí que o examinador gosta de testar se você sabe quem mostra o quê, sem confundir a anatomia com a posição do paciente. Os forames de conjugação aparecem melhor nas incidências oblíquas porque o feixe e a rotação do corpo/cabeça deixam esses espaços mais livres de sobreposição. Se houver erro no posicionamento do corpo e da cabeça, essa abertura fica prejudicada e os forames deixam de ser evidenciados adequadamente. Em outras palavras: a oblíqua depende muito da posição correta, senão a imagem “embolota” tudo. Por isso, o gabarito é a letra C, oblíqua. A banca está cobrando exatamente a associação clássica: oblíqua = visualização dos forames intervertebrais da coluna cervical. Quando a técnica falha, a estrutura-alvo perde a nitidez e o objetivo do exame não é atingido. Não há aqui um fundamento legal ou jurisprudencial relevante, porque a questão é puramente anatômica e técnica. O que manda é a correlação radiográfica básica: incidência correta, posicionamento correto e estrutura correta.

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