Em um serviço com equipamento de Ressonância Magnética é importante classificar e sinalizar por zonas os ambientes de acesso. A sala onde está localizado o magneto da Ressonância Magnética está na zona
- A)I.
Errada: a zona I corresponde à área de acesso livre ou público, longe do magneto.
- B)II.
Errada: a zona II é a área de transição e triagem inicial, não a sala do equipamento.
- C)III.
Errada: a zona III é uma área controlada e restrita, mas ainda não é a sala do magneto.
- D)IV.
Certa: a zona IV é a sala do magneto, onde está o campo magnético principal da Ressonância Magnética.
- E)V.
Errada: não há classificação usual em zona V nesse modelo de segurança da RM.
Gabarito: D
Na Ressonância Magnética, a segurança do paciente e da equipe depende da divisão do serviço em zonas de acesso progressivo. Essa classificação ajuda a controlar quem entra, quem pode circular e onde o risco magnético fica realmente sério. Parece burocracia, mas é o famoso "melhor prevenir do que voar uma cadeira de rodas para dentro do magneto". A lógica mais cobrada em prova segue o modelo de zonas do ambiente de RM: zona I é a área pública, zona II é a transição/recepção, zona III é a área controlada com acesso restrito, e zona IV é a sala do magneto, onde ficam o equipamento e o campo magnético principal. É justamente nessa sala que o risco é máximo, exigindo controle rigoroso de materiais ferromagnéticos e triagem de segurança. Por isso, o enunciado acertou ao apontar que a sala onde está localizado o magneto da Ressonância Magnética é a zona IV. Em provas, a banca costuma cobrar essa associação direta entre cada zona e o nível de restrição de acesso. Se quiser guardar com uma frase simples: quanto mais perto do magneto, mais alta a zona e mais rígida a segurança. A sala do imã é o coração do problema e também o lugar onde o cuidado precisa ser maior.