Assinale a opção que indica a estrutura anatômica palpável na face posterior do cotovelo, que serve de ponto anatômico de referência em uma radiografia desta articulação.
- A)Processo coronóide.
Errada: o processo coronóide fica na ulna, mas é anterior e não é a referência palpável posterior do cotovelo.
- B)Cabeça do rádio.
Errada: a cabeça do rádio participa da articulação do cotovelo, porém fica lateral e não corresponde à saliência posterior palpável.
- C)Epicôndilo medial.
Errada: o epicôndilo medial é uma proeminência do úmero, mas é medial, não a referência anatômica posterior pedida.
- D)Olécrano.
Certa: o olécrano é a proeminência óssea palpável na face posterior do cotovelo e serve como ponto de referência na radiografia.
- E)Diáfise distal do úmero.
Errada: a diáfise distal do úmero não é uma estrutura palpável específica na face posterior do cotovelo nem um marco anatômico clássico dessa articulação.
Gabarito: D
No cotovelo, a anatomia que mais cai em prova é a que você consegue localizar com a mão e com a imagem. Na face posterior da articulação, existe uma saliência óssea bem evidente, fácil de palpar quando você apoia o cotovelo em uma mesa ou bate a “ponta” do braço: esse é o olécrano. Ele forma a porção proximal da ulna e funciona como um importante ponto de referência anatômico nas radiografias do cotovelo. Na prática, esse detalhe ajuda a orientar a leitura da imagem e a identificar alinhamento articular, luxações e fraturas ao redor do cotovelo. Em radiologia, quando a banca fala em estrutura palpável na face posterior do cotovelo, está apontando para essa proeminência óssea posterior, e não para estruturas mais laterais ou anteriores. Por isso o gabarito é a letra D. O olécrano é a “ponta do cotovelo” e é mesmo o marco anatômico clássico usado como referência. As demais alternativas até pertencem à região do cotovelo, mas não têm essa característica de saliência posterior facilmente palpável. Em prova, vale lembrar: ponto anatômico palpável posterior do cotovelo = olécrano. É o tipo de detalhe que a banca gosta de cobrar com nome bonito e cara de pegadinha, mas a resposta mora na anatomia básica.