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Radiologia e Diagnóstico por Imagem · FGV · 2021

Questão comentada de Radiologia e Diagnóstico por Imagem

Numa tomografia computadorizada do crânio, ao se fazer a aquisição volumétrica no plano axial, os limites inferior e superior, respectivamente, desta aquisição devem ser

Gabarito: B

Na tomografia computadorizada do crânio, a ideia da aquisição volumétrica em plano axial é cobrir toda a caixa craniana de forma completa, sem “cortar” áreas importantes na base ou no topo. Em prova, isso costuma aparecer como pergunta sobre os limites anatômicos da varredura: você precisa pegar a região mais inferior do crânio e seguir até o ponto mais superior do encéfalo/couro cabeludo craniano relevante para a avaliação. O padrão clássico vai do forame magno até o vértice do crânio. Por que isso importa? Porque lesões na fossa posterior, tronco cerebral, base do crânio e convexidade podem ser perdidas se o campo de aquisição for mal delimitado. Em uma TC de crânio, a cobertura anatômica correta é parte do básico bem feito: primeiro você garante a abrangência, depois ajusta os demais parâmetros, como espessura de corte, reconstrução e janela. O gabarito é a letra B porque o forame magno representa o limite inferior adequado da aquisição do crânio, e o vértice do crânio é o limite superior. Essa é a cobertura anatômica clássica para que a avaliação do encéfalo e da calota craniana seja completa, sem deixar áreas estratégicas de fora. Então, se a banca falar em aquisição volumétrica axial de TC de crânio, pense em “de baixo até em cima”, com início na base craniana e término no ápice craniano. Simples, direto e muito cobrado.

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