Numa tomografia computadorizada do crânio, ao se fazer a aquisição volumétrica no plano axial, os limites inferior e superior, respectivamente, desta aquisição devem ser
- A)o vértice do crânio e o osso hioide.
Errada, porque o osso hioide não é limite anatômico de uma TC de crânio, ficando muito inferior ao campo esperado.
- B)o forame magno e o vértice do crânio.
Certa, pois o forame magno delimita inferiormente a aquisição e o vértice do crânio delimita superiormente o estudo.
- C)a transição cérvico-torácica e a região supraselar.
Errada, porque a transição cérvico-torácica não corresponde ao limite inferior de uma TC de crânio e a região supraselar não é o limite superior.
- D)o bordo superior do seio frontal e a região mentoniana.
Errada, porque o bordo superior do seio frontal e a região mentoniana não definem os limites usuais da aquisição do crânio.
- E)o palato duro e o corpo caloso.
Errada, porque o palato duro e o corpo caloso não são referências anatômicas para os limites inferior e superior da aquisição tomográfica do crânio.
Gabarito: B
Na tomografia computadorizada do crânio, a ideia da aquisição volumétrica em plano axial é cobrir toda a caixa craniana de forma completa, sem “cortar” áreas importantes na base ou no topo. Em prova, isso costuma aparecer como pergunta sobre os limites anatômicos da varredura: você precisa pegar a região mais inferior do crânio e seguir até o ponto mais superior do encéfalo/couro cabeludo craniano relevante para a avaliação. O padrão clássico vai do forame magno até o vértice do crânio. Por que isso importa? Porque lesões na fossa posterior, tronco cerebral, base do crânio e convexidade podem ser perdidas se o campo de aquisição for mal delimitado. Em uma TC de crânio, a cobertura anatômica correta é parte do básico bem feito: primeiro você garante a abrangência, depois ajusta os demais parâmetros, como espessura de corte, reconstrução e janela. O gabarito é a letra B porque o forame magno representa o limite inferior adequado da aquisição do crânio, e o vértice do crânio é o limite superior. Essa é a cobertura anatômica clássica para que a avaliação do encéfalo e da calota craniana seja completa, sem deixar áreas estratégicas de fora. Então, se a banca falar em aquisição volumétrica axial de TC de crânio, pense em “de baixo até em cima”, com início na base craniana e término no ápice craniano. Simples, direto e muito cobrado.