A kilovoltagem para a realização da mamografia deve estar entre:
- A)25 e 35 kV.
Correta: a mamografia utiliza baixa kilovoltagem, em torno de 25 a 35 kV, para gerar maior contraste da imagem.
- B)80 e 90 kV.
Errada: 80 a 90 kV é uma faixa muito alta para mamografia e tende a reduzir o contraste necessário ao exame.
- C)70 e 80 kV.
Errada: 70 a 80 kV também é alta para mamografia e é mais compatível com outros tipos de radiografia.
- D)100 e 110 kV.
Errada: 100 a 110 kV é excessiva para mamografia e comprometeria a qualidade do contraste mamário.
Gabarito: A
Na mamografia, a kilovoltagem precisa ser mais baixa do que em muitos outros exames de raio X, porque o objetivo é aumentar o contraste entre as estruturas mamárias. Em vez de atravessar a mama com um feixe muito energético, o exame trabalha com uma energia mais “comportada”, justamente para destacar diferenças sutis entre gordura, tecido glandular e eventuais lesões. Por isso, a faixa clássica de kV na mamografia fica em torno de 25 a 35 kV. Essa escolha equilibra penetração suficiente com alto contraste de imagem. Se a kV sobe demais, a imagem perde contraste e a mamografia fica menos útil para detectar pequenas alterações. Ou seja, não é hora de “forçar a máquina” com tensão alta. O gabarito A está correto porque apresenta exatamente essa faixa típica usada na mamografia. A prova está cobrando um dado técnico bem tradicional da radiologia diagnóstica: mamografia usa baixa kilovoltagem em comparação com outros exames, para privilegiar contraste. Em concursos, isso aparece como regra prática de memorização, sem muita firula.