Resíduo químico é coisa séria! A segregação e descarte inadequados de Resíduo químico resultam em uma série de problemas. Esses problemas podem ser minimizados através de cuidados e rotinas nos laboratórios como, EXCETO:
- A)Utilização de intercalante Não Tóxico como o Brometo de etídio.
Errada, porque o brometo de etídio não é um intercalante não tóxico; ele é mutagênico e exige manuseio e descarte rigorosos.
- B)Minimização da geração de resíduos químicos.
Certa, pois minimizar a geração de resíduos é uma das principais medidas de controle em laboratório.
- C)Segregação no local de geração: segregar corretamente, respeitando a lista de incompatibilidade química.
Certa, porque a segregação no local de geração e o respeito à incompatibilidade química evitam reações perigosas.
- D)Usar EPI’s (Máscaras adequadas, jaleco, luvas e óculos) e EPC’s (capela de exaustão) durante a manipulação de substâncias químicas.
Certa, já que o uso de EPI e EPC reduz a exposição e aumenta a segurança na manipulação de substâncias químicas.
- E)Acondicionar os resíduos em recipientes adequados, de acordo com suas características.
Certa, porque resíduos devem ser acondicionados em recipientes compatíveis com suas características e perigos.
Gabarito: A
Em laboratórios, resíduo químico não pode ser tratado no improviso. A regra é simples: reduzir a geração, segregar corretamente, acondicionar em recipientes compatíveis e usar EPI e EPC na manipulação. Isso evita reações perigosas, contaminação ambiental e risco à saúde de quem trabalha no setor. A ideia central aqui é a gestão segura do resíduo desde a origem. Primeiro, você tenta gerar menos resíduo. Depois, separa o que é incompatível, porque misturar ácido com base, oxidante com orgânico ou solventes diferentes pode virar um problema sério. Por fim, o resíduo é armazenado em embalagem adequada e identificado corretamente. O item que foge completamente dessa lógica é o uso de Brometo de etídio como se fosse um intercalante não tóxico. Na prática, o brometo de etídio é um agente mutagênico, tóxico e potencialmente cancerígeno, muito usado em biologia molecular, mas sempre com manuseio cuidadoso e descarte controlado. Ou seja, ele não é um exemplo de cuidado, e sim de substância que exige atenção redobrada. Então, se a banca pede a exceção, a pista está justamente na alternativa que tenta vender como segura uma substância que não é nada amigável. Em gestão de resíduos, a lógica é proteção, segregação e descarte correto, nunca minimizar risco com rotulagem bonitinha.