Durante um experimento laboratorial, determinado químico realiza a combustão completa de hexano, conforme equação química não balanceada apresentada a seguir: C6H14 + O2 → CO2 + H2O A massa de oxigênio necessária para reagir completamente com 2 mols de hexano será de, aproximadamente:
- A)224.
Errada, porque 224 g correspondem a apenas 7 mols de O2, quantidade insuficiente para 2 mols de hexano.
- B)304.
Errada, porque 304 g equivalem a 9,5 mols de O2, ainda abaixo do necessário para a combustão completa.
- C)342.
Errada, porque 342 g não corresponde à proporção estequiométrica correta entre hexano e oxigênio.
- D)608.
Certa, pois 2 mols de hexano exigem 19 mols de O2, e 19 x 32 = 608 g.
Gabarito: D
Na combustão completa de um hidrocarboneto, o carbono vira CO2 e o hidrogênio vira H2O. Para acertar a conta, primeiro você balanceia a equação: C6H14 + 19/2 O2 -> 6 CO2 + 7 H2O. Isso mostra que 1 mol de hexano consome 19/2 mol de oxigênio. Como a questão pede 2 mols de hexano, basta dobrar a proporção: 2 x 19/2 = 19 mols de O2. Agora entra a parte gostosa da estequiometria: converter mol em massa usando a massa molar do oxigênio molecular, O2 = 32 g/mol. Então, 19 mol x 32 g/mol = 608 g de O2. Em outras palavras, o hexano é bem faminto por oxigênio quando queima completamente, e a banca quer exatamente essa leitura da proporção molar. Logo, o gabarito é a alternativa D. Aqui não tem truque de física escondida, é só balanceamento, proporção e massa molar, o trio clássico das questões de combustão.