A Tomografia por Emissão de Pósitrons (conhecida pela sigla inglesa PET) é uma técnica de cintilografia que utiliza radionuclídeos, os quais liberam partículas chamadas pósitrons em vez de fótons de alta energia, como na maioria dos outros tipos de cintilografia. O objetivo da PET é produzir imagens do interior do corpo para diagnosticar doenças como o câncer. Descreve corretamente um pósitron:
- A)O pósitron difere do elétron em massa, carga e spin.
Errada, porque o pósitron não difere do elétron em massa e spin, apenas na carga.
- B)O pósitron difere do elétron apenas nos números quânticos.
Errada, porque a diferença não está apenas em números quânticos; a característica central é a carga oposta.
- C)O pósitron é idêntico ao elétron em massa e spin e oposto em carga.
Certa, pois o pósitron tem a mesma massa e o mesmo spin do elétron, mas carga positiva.
- D)O pósitron apresenta carga positiva e propriedades de massa magnética idêntica ao nêutron.
Errada, porque o pósitron não tem propriedades magnéticas idênticas às do nêutron, e o nêutron nem possui carga positiva.
Gabarito: C
O pósitron é a antipartícula do elétron. Na prática, ele tem a mesma massa do elétron e o mesmo spin, mas carga positiva, enquanto o elétron tem carga negativa. Por isso, quando um radionuclídeo emite pósitrons, eles logo encontram elétrons no organismo e ocorre aniquilação, gerando fótons gama usados na imagem da PET. É exatamente essa emissão de pósitrons que torna a técnica tão útil na medicina diagnóstica, especialmente para detectar tecidos com metabolismo alterado, como em tumores. Portanto, a alternativa C está correta porque descreve a relação clássica entre elétron e pósitron: mesmos massa e spin, cargas opostas.