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Odontologia · FGV · 2023

Questão comentada de Odontologia

O diagnóstico, avaliação, detecção e tratamento de uma reabsorção radicular é significativamente mais preciso a partir da aquisição de uma

Gabarito: E

Na radiologia odontológica, a escolha do exame muda bastante o quanto você consegue enxergar detalhes pequenos. Quando a suspeita é reabsorção radicular, o ideal é usar um método com alta resolução e pouca sobreposição de estruturas, porque esse tipo de lesão costuma exigir visão mais precisa da forma da raiz e da extensão do defeito. A tomografia computadorizada de feixe cônico, ou CBCT, é superior aos exames 2D porque mostra a imagem em cortes, reduzindo a confusão causada por sobreposições. Isso ajuda muito no diagnóstico, na avaliação do tamanho e da localização da reabsorção, e também no planejamento do tratamento. Em outras palavras: é o exame que melhor “abre a cena” para o dentista enxergar o problema com mais fidelidade. Os exames radiográficos convencionais, como periapical, bite-wing, panorâmica e oclusal, podem até sugerir a lesão, mas têm limitações importantes por serem bidimensionais. Eles podem esconder reabsorções pequenas ou distorcer a real extensão do quadro. Por isso, para esse tema, a literatura aponta a CBCT como a opção mais precisa. Em prova, a banca costuma cobrar justamente essa ideia: quando a pergunta fala em maior precisão para diagnóstico e avaliação de reabsorção radicular, pense em imagem tridimensional. Aqui, o gabarito é a alternativa E, porque a tomografia de feixe cônico supera os exames tradicionais na detecção e na definição da lesão.

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