Em condições normais, as dentições decídua e permanente são formadas, respectivamente, por
- A)20 e 28 dentes.
Errada, porque a dentição permanente normal não tem 28, e sim 32 dentes, incluindo os terceiros molares.
- B)18 e 24 dentes.
Errada, porque a dentição decídua tem 20 dentes, não 18, e a permanente não é formada por apenas 24 dentes.
- C)16 e 32 dentes.
Errada, porque a dentição decídua não tem 16 dentes e a permanente completa não é 16 nem 32 nessa combinação.
- D)20 e 32 dentes.
Certa, porque em condições normais a dentição decídua tem 20 dentes e a permanente tem 32 dentes.
- E)18 e 28 dentes.
Errada, porque a dentição decídua não é de 18 dentes, embora a permanente possa ser confundida com 28 quando faltam os terceiros molares.
Gabarito: D
Em condições normais, a dentição decídua é a primeira a aparecer na infância e tem 20 dentes no total. Ela é formada por incisivos, caninos e molares decíduos, sem pré-molares. Já a dentição permanente, que substitui a decídua e completa a arcada do adulto, tem 32 dentes quando considerados todos os elementos, inclusive os terceiros molares, os famosos sisos. A conta costuma cair em prova porque muita gente lembra dos 28 dentes e esquece dos sisos. Só que, em condições normais, a dentição permanente inclui os 4 terceiros molares, chegando a 32. Por isso, a alternativa correta é a D: 20 dentes na dentição decídua e 32 na permanente. Vale guardar a lógica simples: dentição de leite = 20; dentição adulta completa = 32. Se a questão falar em ausência congênita, extração ou não erupção dos terceiros molares, aí o número pode mudar na prática. Mas o enunciado aqui pede o padrão normal, sem pegadinhas clínicas.