De acordo com a Escala Comportamental de Wright, os comportamentos observados nas crianças, durante uma consulta odontológica, podem ser classificados como
- A)definitivamente negativo, negativo e definitivamente positivo.
Errada, porque usa a classificação de comportamento positivo/negativo/definitivamente negativo, que não é a forma pedida pela Escala de Wright nesta questão.
- B)colaborador, potencialmente colaborador e ausência para colaborar.
Certa, porque apresenta as categorias de comportamento compatíveis com a escala descrita no enunciado: colaborador, potencialmente colaborador e ausência para colaborar.
- C)negativo, positivo, colaborador e ausência para colaborar.
Errada, porque mistura termos de valência comportamental com a ideia de colaboração, mas não reproduz a classificação da Escala de Wright.
- D)positivo, negativo e ausência para colaborar.
Errada, porque omite a categoria intermediária e substitui a nomenclatura da escala por termos genéricos que não correspondem ao modelo cobrado.
- E)colaborador, negativo e ausência para colaborar.
Errada, porque reduz a classificação a três termos incompletos e não contempla a divisão comportamental usada por Wright.
Gabarito: B
A Escala Comportamental de Wright é usada na odontopediatria para classificar como a criança reage ao atendimento, ajudando o cirurgião-dentista a prever o grau de cooperação e a ajustar a conduta clínica. Em vez de olhar só para o que a criança fala, a escala observa o comportamento global durante a consulta: se ela coopera, se ainda está oscilando ou se não consegue colaborar naquele momento. Na forma cobrada pela questão, a classificação é em três grupos: colaborador, potencialmente colaborador e ausência para colaborar. Isso traduz a ideia de que nem toda criança é simplesmente "boa" ou "ruim" na cadeira odontológica; muitas vezes ela está em um estágio intermediário, precisando de manejo, adaptação e técnica adequada para conseguir colaborar. Por isso o gabarito B está correto: ele traz exatamente as três categorias comportamentais ligadas à cooperação no atendimento infantil. Já as outras alternativas misturam termos como positivo e negativo, que não correspondem a essa nomenclatura específica da Escala de Wright. Em prova, vale lembrar que a banca gosta de trocar o nome da escala por sinônimos ou por classificações que parecem familiares, mas que não são a nomenclatura pedida. Aqui, o segredo é reconhecer que Wright organiza o comportamento em níveis de colaboração, não em rótulos genéricos de positivo e negativo.