Segundo Lopes & Siqueira (2020), os primeiros pré-molares superiores apresentam, em sua maioria,
- A)uma raiz e um canal.
Errada, porque o primeiro pré-molar superior geralmente não tem apenas uma raiz e um canal.
- B)uma raiz e dois canais.
Errada, porque uma raiz e dois canais não é o padrão mais frequente desse dente.
- C)duas raízes e um canal.
Errada, porque duas raízes com um canal é uma combinação menos comum e foge da anatomia típica.
- D)duas raízes e dois canais.
Certa, pois os primeiros pré-molares superiores apresentam, em sua maioria, duas raízes e dois canais.
- E)três raízes e três canais.
Errada, porque três raízes e três canais não representam o padrão anatômico mais comum desse dente.
Gabarito: D
Nos primeiros pré-molares superiores, o que mais aparece na prática é a anatomia bifurcada: duas raízes e dois canais. Isso é bem cobrado porque esse dente adora “surpreender” quem espera uma anatomia mais simples, mas ele costuma ter divisão radicular e dois trajetos internos bem definidos. Em odontologia pré-clínica, o padrão anatômico mais frequente é justamente esse, embora existam variações com uma raiz e até três canais. A lógica é a seguinte: o primeiro pré-molar superior, em muitos casos, se comporta como um dente de transição entre o canino e os molares, então sua morfologia pode ficar mais complexa. Por isso, quando o enunciado fala em “em sua maioria”, você deve pensar no padrão mais comum, não na exceção anatômica. Segundo Lopes & Siqueira (2020), os primeiros pré-molares superiores apresentam, em sua maioria, duas raízes e dois canais. Esse é o motivo do gabarito D. Em prova, a banca gosta de testar justamente essa combinação mais frequente, porque a anatomia do dente muda bastante entre indivíduos e isso confunde quem responde no impulso. Resumo mental para a prova: primeiro pré-molar superior - dupla raiz, dupla via. Se você lembrar disso, já elimina as alternativas que simplificam demais a anatomia e evita cair na pegadinha do “um raiz, um canal”.