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Odontologia · FGV · 2022

Questão comentada de Odontologia

Uma das possíveis complicações pós-bloqueio anestésico do nervo alveolar inferior é a parestesia. De acordo com a literatura, os sais anestésicos com maior frequência reportada de parestesia pós-anestesia do nervo alveolar inferior são:

Gabarito: E

A parestesia pós-bloqueio anestésico do nervo alveolar inferior é uma complicação neurossensorial rara, mas bem conhecida na prática odontológica. Ela se manifesta como alteração de sensibilidade, dormência persistente ou sensação estranha em língua, lábio ou mucosa, geralmente após a anestesia local. A literatura relata que esse evento aparece com maior frequência associada a dois sais anestésicos: articaína e prilocaína. O ponto central aqui é lembrar que, embora a maioria dos anestésicos locais seja segura, alguns aparecem mais vezes nos relatos de parestesia do que outros. Entre eles, a articaína ganhou destaque em várias publicações e sistemas de notificação por estar frequentemente envolvida em casos de parestesia após bloqueio do nervo alveolar inferior. A prilocaína também aparece de forma recorrente nesses relatos, o que torna essa dupla a associação clássica cobrada em prova. Por isso, o gabarito é a letra E. A banca quer que você associe a complicação ao sal anestésico mais lembrado na literatura, e não ao vasoconstrictor ou a combinações aleatórias. Em resumo: quando a questão falar de parestesia pós-anestesia do alveolar inferior, pense primeiro em articaína e prilocaína. Como regra prática de prova, vale guardar a ideia de que a parestesia é um evento raro, mas com notificação mais frequente envolvendo articaína, especialmente em bloqueios mandibulares, e prilocaína também aparece nesse grupo de maior recorrência.

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