As moldagens são procedimentos que fazem parte da rotina odontológica e, para segurança dos profissionais e manuseio dos moldes, é importante:
- A)Flambar.
Errada, porque flambar usa calor direto e pode deformar ou destruir o material de moldagem.
- B)Embalar.
Errada, porque embalar não elimina microrganismos e não substitui a desinfecção.
- C)Esterilizar.
Errada, porque a esterilização, em geral, não é indicada para moldes odontológicos por risco de dano ao material.
- D)Desinfetar.
Certa, porque a moldagem deve ser desinfetada para reduzir a contaminação e permitir manuseio seguro.
Gabarito: D
Na rotina odontológica, as moldagens podem ficar contaminadas com saliva, sangue e microrganismos, então não basta apenas “juntar e guardar”. Para segurança do profissional e de quem vai manusear o molde, o procedimento indicado é a desinfecção, que reduz a carga microbiana sem comprometer o material, quando feita com a técnica e o produto adequados. Isso é especialmente importante porque o molde sai da boca do paciente e circula pelo consultório, bancada, laboratório e outras mãos. Ou seja: ele pode virar um pequeno carona de microrganismos se não receber o tratamento correto antes do manuseio. Por isso, o gabarito é a letra D, desinfetar. Em Odontologia Pré-Clínica, a orientação é justamente tratar a moldagem como artigo potencialmente contaminado e realizar desinfecção antes do envio ou manipulação, seguindo protocolo compatível com o material de moldagem para evitar deformações. E aqui mora a pegadinha: esterilizar ou flambar não é a conduta usual para moldes, porque o calor pode danificar o material. Já embalar, sozinho, não resolve o risco biológico. O foco, portanto, é reduzir a contaminação com técnica apropriada de desinfecção, como preconizam as rotinas de biossegurança em saúde bucal.