Os chamados Anti-inflamatórios Não Esteroides (ou AINEs) são considerados os campeões de venda no quesito automedicação. A situação se agrava quando o usuário é uma criança. Com o devido rigor, órgãos como o FDA (Food and Drug Administration) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam a restrição de uso de alguns AINEs em crianças. Trata-se de AINE recomendado pela Anvisa para uso com maior segurança em crianças:
- A)Nimesulida.
Errada, porque a nimesulida tem restrições importantes em crianças devido ao perfil de segurança menos favorável.
- B)Ibuprofeno.
Certa, pois o ibuprofeno é um AINE amplamente aceito em pediatria e considerado mais seguro quando usado corretamente.
- C)Diclofenaco sódico.
Errada, porque o diclofenaco sódico não é o AINE preferido para uso pediátrico seguro, exigindo maior cautela.
- D)Diclofenaco potássico.
Errada, porque o diclofenaco potássico também não é o AINE de escolha para maior segurança em crianças.
Gabarito: B
Os AINEs são muito usados para dor, febre e inflamação, mas em crianças o cuidado precisa ser redobrado. Nem todo remédio que “funciona bem” no adulto é uma boa ideia na pediatria, porque o risco de efeitos adversos pode ser maior e a margem de segurança menor. A Anvisa orienta maior cautela com alguns AINEs em crianças, especialmente aqueles com perfil de segurança menos favorável. Entre eles, a nimesulida é um exemplo clássico de medicamento que exige restrição, justamente por preocupações com eventos adversos, como toxicidade hepática. Já o ibuprofeno é um dos AINEs mais utilizados e aceitos na prática pediátrica, sendo considerado uma opção com maior segurança quando usado na dose correta e com orientação adequada. Por isso, na lógica da prova, ele aparece como o anti-inflamatório recomendado pela Anvisa para uso com maior segurança em crianças. Em resumo: a banca quer que você saiba separar o que é “popular” do que é “seguro”. Em pediatria, o ibuprofeno costuma ser o nome mais amigo da paz, enquanto alguns outros AINEs ficam na lista do “melhor não inventar moda”.