A pulverização de amostras é realizada para
- A)homogeneizar o material para análises geoquímicas.
Certa: a pulverização homogeneiza a amostra, deixando o material adequado para análises geoquímicas mais representativas.
- B)realizar a fusão do material antes da litificação.
Errada: fusão é aquecimento até derretimento, o que não tem relação com a etapa de pulverização.
- C)reduzir o teor de água presente na amostra.
Errada: pulverizar não serve para reduzir umidade, e sim para diminuir o tamanho das partículas e homogenizar o material.
- D)compactar a amostra para análise petrofísica.
Errada: compactação é uma ação oposta à pulverização e é mais associada a outros tipos de preparo ou ensaio.
- E)aumentar a granulometria das partículas em rochas clásticas.
Errada: pulverizar reduz a granulometria, não a aumenta; a alternativa inverte o efeito do processo.
Gabarito: A
A pulverização de amostras é uma etapa clássica do preparo de material para análise, especialmente em estudos geoquímicos. A ideia é deixar a amostra bem triturada e homogênea, para que o resultado da análise represente o conjunto da rocha ou do solo, e não apenas um pedacinho mais rico ou mais pobre em determinado elemento. Em prova, pense assim: antes de medir, você precisa “padronizar” o material. Isso é importante porque muitas amostras são heterogêneas. Se você analisar um fragmento grande e irregular, o resultado pode ficar distorcido pela distribuição desigual dos minerais. Ao pulverizar, você reduz o tamanho dos grãos e mistura melhor o material, aumentando a representatividade da amostra. Em geoquímica, isso é básico para evitar erro analítico por falta de homogeneidade. Por isso, o gabarito é a alternativa A. Pulverizar não é fundir, não é secar, não é compactar e muito menos aumentar a granulometria. Na verdade, acontece o oposto de aumentar os grãos: o material fica mais fino. É o tipo de conceito que a banca gosta de testar com palavras parecidas, mas com efeito totalmente diferente.