A proteção catódica é um dos meios mais eficazes para a prevenção da corrosão em uma peça de aço. Dentre as técnicas para proteção catódica, a galvanização consiste em aplicar uma camada de metal sobre a superfície do aço através de um processo de imersão a quente. O metal que é usualmente aplicado é o(a):
- A)ouro.
Errada: ouro é um metal nobre e não é usado na galvanização comum de aço por imersão a quente.
- B)zinco.
Certa: o zinco é o metal tradicional da galvanização e protege o aço por sacrificar-se na corrosão.
- C)grafita.
Errada: grafita não é o metal aplicado na galvanização e não funciona como revestimento metálico de proteção catódica desse tipo.
- D)platina.
Errada: platina é muito nobre e cara, não sendo o material usual para galvanização de aço.
- E)cobre.
Errada: cobre pode ser usado em outros contextos, mas não é o metal típico da galvanização por imersão a quente.
Gabarito: B
A galvanização é uma forma clássica de proteção catódica muito usada para blindar o aço contra a corrosão. A lógica é simples: em vez de deixar o ferro ser o alvo preferido da oxidação, você reveste a peça com um metal mais reativo, que “se sacrifica” primeiro quando o ambiente tenta corroer tudo. No processo por imersão a quente, a peça de aço é mergulhada em banho metálico fundido, formando uma camada aderente e resistente. O metal mais usado nessa técnica é o zinco, porque ele atua como ânodo de sacrifício: corrói antes do aço e, assim, ajuda a proteger a estrutura mesmo se houver pequenos riscos no revestimento. Isso aparece bastante em peças expostas ao tempo, como chapas, parafusos, grades e estruturas metálicas. É um assunto típico de corrosão eletroquímica: quando há contato com um eletrólito, o metal menos nobre sofre oxidação preferencialmente. Então, o gabarito B está correto porque a galvanização de aço é feita, usualmente, com zinco. Ouro, platina e cobre não são os metais usuais desse processo, e grafita nem sequer é metal de revestimento por imersão a quente.