Em uma tubulação de 100 mm de diâmetro, escoa água com uma velocidade de 1,00 m/s. A vazão, em L/s, que escoa pela tubulação é: Dados: Q = V x A π = 3,14
- A)10,0.
Errada, porque 10,0 L/s não corresponde ao valor obtido pela área da seção e pela conversão correta de unidades.
- B)7,85.
Certa, pois Q = V x A = 1,00 x 0,00785 = 0,00785 m³/s, que equivale a 7,85 L/s.
- C)15,0.
Errada, pois 15,0 L/s é maior do que a vazão calculada para essa tubulação e essa velocidade.
- D)5,0.
Errada, porque 5,0 L/s subestima a vazão; a conta com π e o raio da seção dá um valor maior.
- E)6,0.
Errada, pois 6,0 L/s não bate com o cálculo da área circular nem com a conversão para litros por segundo.
Gabarito: B
Quando a questão fala em vazão, pense em uma conta simples: vazão é velocidade vezes área da seção da tubulação. Aqui, o diâmetro é 100 mm, ou seja, 0,10 m. Como a seção é circular, você primeiro encontra a área: A = πr², com raio de 0,05 m. Fazendo a conta, fica A = 3,14 x (0,05)² = 3,14 x 0,0025 = 0,00785 m². Depois é só multiplicar pela velocidade de 1,00 m/s: Q = 1,00 x 0,00785 = 0,00785 m³/s. Agora vem o detalhe que costuma derrubar candidato distraído: o enunciado quer a resposta em L/s, não em m³/s. Como 1 m³/s = 1000 L/s, então 0,00785 m³/s = 7,85 L/s. Por isso, o gabarito é a alternativa B. É uma questão clássica de unidade e geometria básica: se você erra o raio, esquece a conversão ou usa o diâmetro direto na área, a conta desanda rapidinho.