Seja um circuito elétrico RLC série (Resistor-Indutor-Capacitor), com as seguintes características: R = 50 Ω; XL = 90 Ω e Xc = 50 Ω. A impedância total do circuito é dada por
- A)50 - j40 Ω
Errada, porque a parte imaginária ficou com sinal negativo, como se o circuito fosse capacitivo, mas aqui XL é maior que XC.
- B)50+ j40 Ω
Certa, pois Z = R + j(XL - XC) = 50 + j(90 - 50) = 50 + j40 ohms.
- C)50 + j50 Ω
Errada, porque a parte imaginária deveria ser 40 ohms, e não 50 ohms.
- D)-50 - j40 Ω
Errada, porque além do sinal da parte imaginária estar invertido, o sinal da parte real também ficou negativo sem motivo.
- E)-50 - j50 Ω
Errada, porque a parte real não pode ser negativa aqui, e a parte imaginária também não corresponde ao valor calculado.
Gabarito: B
Em circuito RLC em série, a impedância total soma a parte resistiva com a parte reativa. A conta é simples: Z = R + j(XL - XC). Aqui, o resistor entra como parte real, enquanto indutor e capacitor entram na parte imaginária, e eles se “enfrentam” na diferença entre as reatâncias. Substituindo os dados do enunciado, temos XL = 90 ohms e XC = 50 ohms. Logo, a reatância resultante é 90 - 50 = 40 ohms, com sinal positivo, porque o efeito indutivo ficou maior que o capacitivo. Assim, a impedância do circuito fica Z = 50 + j40 ohms. Isso mostra um circuito com comportamento global indutivo, já que a parte imaginária é positiva. Por isso o gabarito é a alternativa B. Em provas, a banca costuma cobrar exatamente essa lógica: em série, não se somam valores absolutos de reatância, mas sim a diferença XL - XC, mantendo o sinal correto.