O trabalho do conserveiro envolve diversas atividades que exigem atenção para evitar acidentes. Sobre situações que representam um risco de acidente para o conserveiro durante a execução de suas tarefas, assinale a alternativa CORRETA.
- A)Utilizar cones de sinalização para isolar a área onde está sendo realizada a poda de árvores.
Errada, porque cones de sinalização ajudam a isolar a área e reduzem o risco durante a poda.
- B)Usar luvas de proteção ao manusear ferramentas cortantes, como facões e tesouras de poda.
Errada, porque o uso de luvas de proteção é uma medida adequada ao manusear ferramentas cortantes.
- C)Subir em árvores ou postes sem o uso de equipamentos de segurança, como cinto de segurança e capacete.
Certa, porque subir em árvores ou postes sem cinto de segurança e capacete expõe o conserveiro a queda e lesões graves.
- D)Manter a postura correta ao levantar objetos pesados, dobrando os joelhos e usando a força das pernas.
Errada, porque dobrar os joelhos e usar a força das pernas é a forma correta de levantar peso com menos risco de lesão.
- E)Sinalizar o local de trabalho com placas de advertência ao realizar a limpeza de ruas e calçadas.
Errada, porque placas de advertência na limpeza de ruas e calçadas servem justamente para sinalizar e prevenir acidentes.
Gabarito: C
Quando o assunto é trabalho do conserveiro, o foco principal é prevenção de acidentes. Esse profissional lida com poda, limpeza, ferramentas cortantes, deslocamento em altura e organização do ambiente, então qualquer descuido pode virar acidente em segundos. Na prática, o que costuma ser cobrado é a identificação da conduta insegura, isto é, aquilo que aumenta o risco em vez de reduzi-lo. A alternativa correta é a letra C, porque subir em árvores ou postes sem equipamento de segurança é uma conduta claramente perigosa. Nesses casos, o uso de proteção individual e coletiva, como capacete, cinto de segurança, talabarte e outros dispositivos adequados, é indispensável para reduzir risco de queda, trauma e até morte. A lógica de segurança do trabalho segue a NR 6, sobre Equipamento de Proteção Individual, e a NR 35, que trata do trabalho em altura. Embora a questão não peça norma com número na mão, ela cobra exatamente esse raciocínio: se há altura, há risco, e se há risco, não dá para improvisar. No canteiro da vida real, coragem sem EPI não é bravura, é acidente anunciado. As demais alternativas descrevem medidas preventivas corretas, como sinalização da área, uso de luvas e cuidados com postura e organização do local. Por isso, o enunciado pede a situação que representa risco, e a única que faz isso de forma direta é a opção C.