Em uma instalação predial de esgoto sanitário, todas as tubulações horizontais devem possuir declividade suficiente para escoar os efluentes por gravidade. Para uma tubulação horizontal de esgoto com diâmetro nominal de 50 mm, a declividade mínima deve ser de
- A)0,5%.
Errada, porque 0,5% é insuficiente para uma tubulação horizontal de esgoto DN 50 mm.
- B)1,0%.
Errada, porque 1,0% ainda fica abaixo da declividade mínima exigida para esse diâmetro.
- C)1,5%.
Errada, porque 1,5% não atende ao mínimo normativo para tubo de 50 mm.
- D)2,0%.
Certa, porque a NBR 8160 exige declividade mínima de 2,0% para tubulação horizontal de esgoto com DN 50 mm.
- E)3,0%.
Errada, porque 3,0% é superior ao mínimo, mas não é o valor normativo pedido para a questão.
Gabarito: D
Em instalações prediais de esgoto sanitário, as tubulações horizontais precisam ter declividade mínima para que os efluentes escoem por gravidade sem formar poças nem deixar sólidos parados no caminho. A lógica é simples: se a tubulação fica “muito deitada”, o líquido corre, mas o material sólido pode ficar para trás e causar entupimento; se fica com inclinação adequada, o escoamento acontece de forma mais limpa e segura. Para tubos horizontais de esgoto com diâmetro nominal de 50 mm, a declividade mínima exigida é de 2,0%. Esse valor é o padrão cobrado pela NBR 8160, que trata dos sistemas prediais de esgoto sanitário, e é justamente o parâmetro que a banca costuma explorar. Em prova, vale decorar a associação entre diâmetro e declividade mínima, porque ela aparece bastante em questões objetivas. No caso da questão, a alternativa D está correta porque 50 mm pede 2,0% de declividade mínima. As demais alternativas trazem valores menores, que não garantem o desempenho hidráulico esperado para esse diâmetro nesse tipo de instalação. Em resumo: para esgoto predial horizontal, não basta “ter caimento”; precisa ter o caimento certo.