Atualmente, na matriz de transportes de carga do Brasil, os dois maiores modais em ordem de importância são, respectivamente,
- A)o ferroviário e o hidroviário.
Errada, porque o modal ferroviário não é o principal na matriz brasileira de carga e o hidroviário também não ocupa a segunda posição.
- B)o rodoviário e o hidroviário.
Errada, porque o rodoviário é o maior modal de carga no Brasil, mas o hidroviário não é o segundo.
- C)o rodoviário e o ferroviário.
Certa, pois o transporte rodoviário é o mais importante na matriz de carga brasileira e o ferroviário aparece em seguida.
- D)o hidroviário e o ferroviário.
Errada, porque o hidroviário não é o modal mais importante e o ferroviário também não assume a primeira posição.
- E)o ferroviário e o rodoviário.
Errada, porque inverte a ordem dos dois modais mais relevantes e coloca o ferroviário à frente do rodoviário.
Gabarito: C
Quando a banca fala em matriz de transportes de carga do Brasil, ela quer saber a participação dos modais no escoamento de mercadorias. Aqui não tem mistério: o modal rodoviário domina de longe, porque o país investiu historicamente muito mais em estradas do que em trilhos, e isso acabou moldando a logística nacional. Logo atrás vem o ferroviário, que tem papel importante em cargas de grande volume e baixo valor agregado, como minérios e grãos. Esse é um ponto clássico de prova: o Brasil tem uma matriz de transporte de carga considerada desequilibrada, com forte dependência de rodovias. Em termos práticos, isso significa mais custo, mais desgaste da malha viária e maior sensibilidade a preço de combustível e frete. Já as ferrovias aparecem como o segundo modal mais relevante justamente por sua eficiência em longas distâncias e grandes volumes. Por isso, o gabarito é a letra C: primeiro o rodoviário, depois o ferroviário. As outras alternativas tentam embaralhar a ordem ou colocar modais que têm participação menor, como o hidroviário, que é importante em certas regiões, mas não ocupa o segundo lugar na matriz brasileira de carga. Em prova, lembre-se da lógica histórica e econômica: estrada vem primeiro no Brasil, trilho vem depois. É a famosa matriz "rodoviarista" com a ferrovia correndo atrás para compensar o que faltou de planejamento integrado.