Na determinação do número e da vazão de bombas para um projeto de bombeamento de água para abastecimento público, deve-se prever um mínimo de
- A)uma bomba, no total.
Errada, porque um único equipamento não atende à exigência de segurança operacional e redundância em abastecimento público.
- B)duas bombas de reserva.
Errada, pois a reserva é prevista em quantidade mínima de uma unidade de apoio, não de duas.
- C)três bombas, no total.
Errada, porque o conjunto mínimo não exige três bombas no total como regra geral.
- D)duas bombas, no total.
Certa, pois o projeto deve prever no mínimo 2 bombas no total para garantir operação e reserva.
- E)três bombas de reserva.
Errada, porque três bombas de reserva é excesso e não corresponde ao mínimo usual exigido.
Gabarito: D
Em sistemas de abastecimento público, a escolha do número de bombas não é feita no modo "uma e torce". O projeto precisa garantir continuidade do serviço, então a instalação deve prever uma bomba em operação e outra de reserva, compondo um conjunto mínimo de 2 bombas no total. Assim, se uma parar para manutenção ou falhar, a outra assume sem deixar a população na mão. Esse raciocínio aparece na prática de projeto de estações elevatórias e é cobrado em consonância com o entendimento técnico consagrado em normas e manuais de saneamento, que priorizam confiabilidade e manutenção sem interrupção do abastecimento. A lógica é simples: sistema público não pode depender de um único equipamento crítico. Por isso, o gabarito é a letra D. Quando a questão fala em "número e vazão de bombas", ela está mirando a configuração mínima do conjunto de bombeamento: no mínimo 2 bombas no total, normalmente com uma reserva ou redundância operacional. A banca costuma testar exatamente essa ideia de segurança operacional, não apenas a vazão necessária em regime normal.