Em 01/01/2025, a Cia Beta adquiriu móveis para o seu escritório por R$ 8.000. O frete, pago pela empresa, foi de R$ 500. Sobre os móveis, a Cia Beta estimou vida útil de 5 anos e valor residual de R$ 1.000. Assinale a opção que indica o valor depreciável dos móveis na data da compra:
- A)R$ 1.600.
Errada, porque R$ 1.600 não corresponde ao valor depreciável do bem e parece vir de alguma conta sem relação com os dados do enunciado.
- B)R$ 7.000.
Errada, porque R$ 7.000 ignora o frete pago pela empresa, que integra o custo do ativo.
- C)R$ 7.500.
Certa, porque o custo total é R$ 8.500 e, descontado o valor residual de R$ 1.000, chega-se ao valor depreciável de R$ 7.500.
- D)R$ 8.000.
Errada, porque R$ 8.000 considera só o preço de compra e ainda desconsidera o valor residual, então não é o valor depreciável.
- E)R$ 8.500.
Errada, porque R$ 8.500 é o custo total de aquisição com frete, mas ainda falta deduzir o valor residual para achar a base depreciável.
Gabarito: C
O valor depreciável de um ativo imobilizado é a base sobre a qual você vai calcular a depreciação ao longo da vida útil. Na prática, ele corresponde ao custo de aquisição somado aos gastos diretamente atribuíveis para colocar o bem em funcionamento, menos o valor residual estimado. Aqui, o móvel custou R$ 8.000 e o frete de R$ 500 também entra no custo, porque foi necessário para levar o bem ao uso. Então, o custo total do ativo fica em R$ 8.500. Como a empresa estimou valor residual de R$ 1.000, esse montante não será depreciado, pois é o valor que se espera recuperar ao final da vida útil. Fazendo a conta: R$ 8.500 - R$ 1.000 = R$ 7.500. É exatamente o que pede a questão: o valor depreciável na data da compra. A lógica está alinhada com o CPC 27 (Ativo Imobilizado), que define depreciação como a alocação sistemática do valor depreciável do ativo ao longo de sua vida útil.