Determinada entidade empresária apresentou os seguintes saldos em suas contas patrimoniais e de resultado no final do ano X1: CONTA SALDO (R$) Disponibilidades 1.000,00 Capital Social 12.000,00 Contas a Receber Curto Prazo 5.000,00 Imobilizado 10.000,00 Intangível 500,00 Empréstimos Curto Prazo 6.000,00 Reservas de Lucros 2.000,00 Investimentos Longo Prazo 1.500,00 Fornecedores Curto Prazo 2.000,00 Com base somente nessas informações, a liquidez corrente dessa entidade no ano de X1 é:
- A)0,75
Certa, porque a liquidez corrente é 6.000 / 8.000 = 0,75.
- B)0,82
Errada, porque esse valor não corresponde à divisão entre ativo circulante e passivo circulante dos dados apresentados.
- C)1,50
Errada, pois superestima a capacidade de pagamento e não bate com os saldos informados.
- D)2,00
Errada, porque o passivo circulante é maior que o ativo circulante, então a razão não pode ser 2,00.
- E)2,25
Errada, pois o cálculo correto não chega a 2,25 com as contas fornecidas.
Gabarito: A
Liquidez corrente mede a capacidade de a empresa pagar suas dívidas de curto prazo com seus ativos de curto prazo. A fórmula é simples: Ativo Circulante dividido por Passivo Circulante. Aqui, entram no ativo circulante as disponibilidades e as contas a receber de curto prazo, somando R$ 6.000,00. No passivo circulante, entram os empréstimos de curto prazo e os fornecedores de curto prazo, totalizando R$ 8.000,00. O quociente fica 6.000 / 8.000 = 0,75. Em outras palavras, para cada R$ 1,00 de dívida de curto prazo, a entidade tem R$ 0,75 de recursos de curto prazo. Esse indicador abaixo de 1 já acende a luz amarela na contabilidade, porque o curto prazo está mais pesado que a “caixa” disponível.