Em uma cerimônia estão presentes os Ministros de Estado da Justiça, das Relações Exteriores e de Minas e Energia. A precedência entre eles se dá na seguinte ordem:
- A)Justiça, Relações Exteriores e Minas e Energia.
Certa: respeita a ordem de precedência entre os ministros indicados, com Justiça à frente de Relações Exteriores e esta à frente de Minas e Energia.
- B)Relações Exteriores, Justiça e Minas e Energia.
Errada: inverte a posição do Ministério da Justiça com o das Relações Exteriores.
- C)Minas e Energia, Justiça, Relações Exteriores.
Errada: coloca Minas e Energia na frente de órgãos que têm precedência superior.
- D)Justiça, Minas e Energia e Relações Exteriores.
Errada: troca a posição de Relações Exteriores e Minas e Energia, quebrando a ordem protocolar.
- E)Minas e Energia, Relações Exteriores e Justiça.
Errada: coloca Minas e Energia na frente de Relações Exteriores e Justiça, contrariando a precedência oficial.
Gabarito: A
A questão cobra a ordem de precedência entre Ministros de Estado em cerimônias oficiais. Em regra, a precedência segue a hierarquia fixada pelo Cerimonial Público e Ordem Geral de Precedência, tradicionalmente usada pela Administração Federal. Aqui, o ponto é simples: entre os três ministros citados, o da Justiça vem antes do das Relações Exteriores, que vem antes do de Minas e Energia. Isso aparece na lógica do cerimonial oficial: não é quem "parece" mais importante politicamente, e sim quem ocupa a posição prevista na ordem de precedência. Em concursos, a banca gosta de trocar essa ordem para testar se você memorizou a sequência normativa, não a intuição. No caso, a alternativa A reproduz exatamente a sequência correta: Justiça, Relações Exteriores e Minas e Energia. As demais invertem ministros ou colocam pastas com menor precedência à frente das anteriores, o que derruba a organização da mesa, da chamada e até da entrada no evento. Resumo de prova: em cerimônia oficial, precedência é regra de protocolo. Quando a questão perguntar ordem entre autoridades, pense primeiro na norma de cerimonial, não no "peso" político do cargo.