Ao organizar um evento, o critério de antiguidade histórica é usado para determinar a precedência de pessoas jurídicas e dos representantes das unidades administrativas. Quando vários governadores se reúnem, a correta ordem de precedência entre os estados é
- A)São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul.
Errada, porque coloca São Paulo à frente de estados que têm antiguidade histórica superior no critério de precedência.
- B)Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco.
Errada, porque troca a ordem histórica entre as unidades e não respeita a antiguidade usada no cerimonial.
- C)Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo.
Errada, porque o Rio de Janeiro não precede a Bahia nesse critério, e São Paulo também não vem nessa posição.
- D)Bahia, Rio de Janeiro e Maranhão.
Certa, porque respeita a ordem de antiguidade histórica das unidades federativas mencionadas.
- E)Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia.
Errada, porque inverte a posição da Bahia em relação aos demais estados e não segue o critério histórico.
Gabarito: D
Em cerimonial e protocolo, a ordem de precedência não é feita no grito nem no “quem chegou primeiro na sala”. Um dos critérios usados para autoridades e entes federativos é a antiguidade histórica, isto é, a data de criação ou de organização histórica da unidade. No Brasil, isso aparece com força quando se comparam estados e seus governadores em eventos oficiais. Nesse tipo de questão, a banca quer que voce lembre que a Bahia é tradicionalmente a unidade mais antiga entre as mencionadas, seguida pelo Rio de Janeiro e, depois, pelo Maranhão. A lógica é histórica: a precedência acompanha a antiguidade da unidade administrativa, e não o tamanho do estado, a população ou a relevância política do momento. Por isso, o gabarito é a letra D. A sequência Bahia, Rio de Janeiro e Maranhão respeita exatamente essa ordem de antiguidade. Em eventos com vários governadores, a regra de protocolo usa esse critério para definir a disposição e a chamada das autoridades, evitando o clássico “cada um se acha mais importante do que o outro”. Em cerimonial público, essa lógica é tratada pela doutrina de protocolo e cerimonial, e é aplicada na organização da mesa de honra, chamadas, lugares e entradas. O ponto central para a prova é simples: quando o enunciado fala em antiguidade histórica, pense em ordem histórica das unidades, não em hierarquia política contemporânea.