Recentemente, a empresa de cosméticos Boticário lançou uma da edição limitada da linha Cuide-se Bem Bubbaloo. Os produtos com cheiro de chiclete e embalagem que lembra a tradicional goma de mascar buscam despertar nostalgia e conquistar consumidores. Esse tipo de estratégia baseada na união de duas marcas para criar um produto ou serviço novo e exclusivo é conhecida como
- A)branding de causas.
Errada: branding de causas liga a marca a uma causa social ou ambiental, e não à união de duas marcas em um produto.
- B)love branding.
Errada: love branding se relaciona ao vínculo emocional e à fidelidade afetiva do consumidor com a marca, não à parceria entre marcas.
- C)co-marketing.
Errada: co-marketing é uma ação conjunta de divulgação ou promoção, mas não necessariamente a criação de um produto novo e exclusivo.
- D)marketing de nostalgia.
Errada: marketing de nostalgia usa lembranças do passado como apelo emocional, o que aparece no enunciado, mas não nomeia a estratégia de parceria entre marcas.
- E)co-branding.
Certa: co-branding é a união de duas marcas para desenvolver um produto ou serviço novo, compartilhando atributos, público e valor percebido.
Gabarito: E
Aqui a ideia central é simples: quando duas marcas se unem para criar um produto novo, com identidade própria e apelo compartilhado, estamos diante de uma estratégia de co-branding. Em vez de uma marca trabalhar sozinha, ela “empresta” e recebe valor de outra, somando reputações, públicos e atributos percebidos pelo consumidor. No exemplo, o Boticário lançou uma edição limitada ligada ao universo Bubbaloo, explorando cheiro, embalagem e memória afetiva. Ou seja, há uma associação planejada entre marcas para gerar um item exclusivo e mais atraente. Isso é bem diferente de apenas fazer propaganda conjunta ou de usar um tema nostálgico isoladamente. O co-branding é muito usado quando as empresas querem ampliar alcance, reforçar posicionamento ou criar novidade com efeito de curiosidade. Em prova, desconfie das alternativas que falam em “causa”, “amor à marca” ou “nostalgia” como se fossem a técnica principal, porque podem até aparecer como elementos da campanha, mas não definem a estratégia em si. Por isso, o gabarito é a letra E. A lógica é a união de marcas para formar uma proposta de valor nova e exclusiva, exatamente o coração do co-branding.