Na criação da página na Web de um órgão público, o profissional responsável por planejar a UX, dentro da equipe técnica de TI, deve ter como uma de suas principais competências o(a):
- A)empatia;
Certa: empatia é a competência central para entender as necessidades do usuário e desenhar uma experiência mais clara e humana.
- B)cocriação;
Errada: cocriação pode ajudar no processo, mas é uma metodologia de trabalho, não a competência principal apontada para UX.
- C)software testing;
Errada: software testing é voltado a testes de sistema e qualidade técnica, não ao planejamento da experiência do usuário.
- D)capacidade analítica;
Errada: capacidade analítica é útil, mas é genérica demais e não captura o foco humano e centrado no usuário exigido em UX.
- E)conhecimento técnico.
Errada: conhecimento técnico ajuda na implementação, porém UX exige прежде de tudo compreender o usuário e sua jornada.
Gabarito: A
Quando se fala em UX, voce está pensando em experiência do usuário: como a pessoa navega, entende, encontra o que precisa e não se irrita no caminho. Em uma página web de órgão público, isso é ainda mais importante, porque o site precisa ser claro, acessível e útil para um público bem diverso, muitas vezes com pouca familiaridade digital. Dentro da equipe de TI, planejar UX não é só desenhar tela bonita. É entender necessidades reais, observar comportamentos, ouvir reclamações, testar caminhos e ajustar a navegação para reduzir atrito. Ou seja, antes de pensar em layout ou tecnologia, o profissional precisa se colocar no lugar de quem usa a página. É por isso que o gabarito é a letra A, empatia. A empatia é a capacidade de compreender a experiência, as dores e as expectativas do usuário. Em UX, isso é quase a bússola do trabalho: sem empatia, a equipe corre o risco de criar um site tecnicamente perfeito, mas confuso, frio ou inútil para quem acessa. As demais opções até podem aparecer no processo de desenvolvimento, mas não são a competência principal para planejar UX. A lógica da banca aqui é bem direta: para pensar a experiência do cidadão em um site público, o profissional precisa partir do usuário, não da máquina.