O briefing é um documento importante para embasar o processo de criação publicitária, razão pela qual ele deve ser
- A)suficientemente genérico para ser aplicável a diversos clientes do mesmo segmento.
Errada, porque o briefing deve ser específico para cada cliente e problema, não genérico para servir a vários casos do mesmo segmento.
- B)um extenso relatório de pesquisa contendo apenas dados numéricos sobre o mercado no qual o cliente atua.
Errada, porque briefing não é um relatório extenso nem se limita a dados numéricos; ele sintetiza informações relevantes para orientar a criação.
- C)um texto rebuscado fornecido pelo cliente ao profissional de planejamento da agência.
Errada, porque o briefing não é um texto rebuscado, mas um documento claro, objetivo e funcional para a equipe de planejamento e criação.
- D)um roteiro para que o departamento de criação publicitária execute as ideias do cliente.
Errada, porque o briefing não é um roteiro fechado para executar as ideias do cliente, e sim uma base estratégica para orientar a solução publicitária.
- E)conciso, de fácil entendimento e com objetivos claros para que as demandas do cliente possam ser atendidas.
Certa, porque o briefing deve ser conciso, fácil de entender e trazer objetivos claros para orientar o atendimento das demandas do cliente.
Gabarito: E
O briefing é a base do trabalho de comunicação e de criação porque organiza, de forma clara, o que o cliente precisa, o problema a ser resolvido, o público, os objetivos e os limites da campanha. Ele não serve para impressionar ninguém com palavrão corporativo nem para virar um calhamaço cheio de dados soltos. Serve para orientar a decisão criativa com objetividade. Na prática, um bom briefing precisa ser conciso, inteligível e direcionado. Quanto mais claro ele for, menor a chance de a agência criar uma peça linda, mas fora do alvo. Em planejamento de comunicação, clareza é quase metade do caminho andado: se o problema estiver bem formulado, a solução tende a ser muito melhor. Por isso o gabarito é a letra E. Ela descreve exatamente o que se espera de um briefing eficiente: texto curto, fácil de entender e com objetivos claros, para que as demandas do cliente sejam atendidas sem ruído. As demais alternativas distorcem a finalidade do documento, tratando-o como algo genérico, excessivamente técnico ou como simples roteiro de criação. Em linhas gerais, a doutrina de planejamento publicitário costuma definir o briefing como instrumento de síntese e alinhamento entre cliente, planejamento e criação. Ele é um documento de direção, não de enfeite. Se virar novela, já começou errado.