O trabalho de um assessor de imprensa de uma Defensoria Pública tem como centro do processo comunicativo o(a):
- A)diretoria de comunicação da Defensoria;
Errada, porque a diretoria de comunicação é estrutura interna de apoio, não o centro do processo comunicativo.
- B)defensor público-geral do Estado;
Errada, porque o defensor público-geral é autoridade institucional, mas não é o foco da comunicação pública.
- C)chefe de gabinete da Defensoria;
Errada, porque o chefe de gabinete integra a gestão interna e não representa o destinatário principal da mensagem.
- D)ouvidor-geral da Defensoria;
Errada, porque o ouvidor-geral participa do controle social, mas não é o centro do trabalho de assessoria de imprensa.
- E)cidadão.
Certa, porque o cidadão é o destinatário central da comunicação pública e o foco da assessoria de imprensa na Defensoria.
Gabarito: E
Na assessoria de imprensa, o centro do trabalho não é o organograma interno da instituição, mas sim a pessoa que recebe a informação, entende a mensagem e pode se relacionar com o serviço público. Na Defensoria Pública, isso fica ainda mais claro: a comunicação existe para aproximar a instituição do cidadão, explicar direitos e dar visibilidade ao atendimento prestado. Por isso, quando a banca pergunta qual é o centro do processo comunicativo, a resposta correta é o cidadão. O assessor não trabalha para “agradar a chefia” nem para fazer divulgação interna em primeiro lugar. Ele organiza a informação para que ela seja útil ao público, transparente e acessível, fortalecendo a imagem institucional e o direito à informação. Esse raciocínio conversa com a lógica constitucional da publicidade e do acesso à informação na Administração Pública, além da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011), que reforça a transparência como regra. Na Defensoria, isso ganha peso especial porque a instituição existe para atender pessoas em situação de vulnerabilidade e garantir acesso à justiça. Em resumo: a assessoria de imprensa pública não funciona como megafone da autoridade, mas como ponte com a sociedade. Se a questão fala em processo comunicativo, pense no destinatário social da mensagem, não no cargo mais alto da sala.