Na elaboração de uma reportagem de TV, não podemos usar imagens
- A)de arquivo da emissora.
Correta, pois a emissora pode usar imagens de arquivo, desde que detenha os direitos ou permissao para reutilizacao.
- B)captadas pelo repórter cinematográfico da emissora.
Correta, porque imagens produzidas pelo proprio repórter cinematográfico integram o material editorial da emissora.
- C)do YouTube sem dar crédito.
Errada, porque imagem do YouTube nao pode ser usada como se fosse livre e anonima, sem credito e sem observar direitos autorais/autorizacao.
- D)das agências de notícias com as quais a emissora tem acordo.
Correta, pois agencias de noticias fornecem material mediante contrato, acordo ou licenca de uso.
- E)cedidas à emissora por telespectadores.
Correta, desde que a emissora obtenha autorizacao e respeite as condicoes de uso do material enviado por telespectadores.
Gabarito: C
Na reportagem de TV, voce pode usar imagens de arquivo da propria emissora, imagens captadas pela equipe, material de agencias com as quais haja acordo e ate imagens enviadas por telespectadores, desde que a emissora tenha autorizacao ou cumpra as regras de uso. Em jornalismo televisivo, a origem da imagem importa muito: nao e so achar um video bonito e colocar no ar. Tem que haver licenca, cessao, convenio ou algum fundamento para o uso. O ponto central da questao e o credito. Imagens encontradas no YouTube nao sao um buffet liberado para a TV pegar e servir sem etiqueta. Se a emissora for usar esse material, precisa observar direitos autorais, eventual autorizacao do titular e a devida identificacao da fonte, quando cabivel. Usar sem dar credito viola boas praticas jornalisticas e pode gerar problema juridico. Por isso, o item errado e justamente o que tenta transformar um video da internet em acervo gratuito e anonimo. Em prova, lembre desta regra simples: nem tudo que esta online e de uso livre. A internet nao apaga direitos autorais nem dispensa creditos. Em resumo: a reportagem pode recorrer a varias fontes de imagem, mas nao pode tratar conteudo de terceiros como se fosse proprio. A FGV costuma cobrar essa convivencia entre tecnica jornalistica e respeito a direitos de autor e a identificacao da fonte.